O artigo discute a prisão de Jair Bolsonaro, comparando sua situação com a de outros detentos e criticando suas falas e ações passadas. O autor utiliza a figura de João Saldanha para contextualizar a análise sobre falar de presos e ironiza as condições privilegiadas que Bolsonaro tem na penitenciária.
A coluna de Juca Kfouri critica a família Bolsonaro por banalizar a tortura, contrastando com o histórico de homenagens a torturadores. O autor lamenta as ações da família e expressa esperança em um fim para o que considera covardia e ignomínia.
Uma campanha publicitária da Havaianas com Fernanda Torres gera polêmica ao ser interpretada pela extrema direita como uma mensagem subliminar contra Bolsonaro. A articulista Milly Lacombe critica a tática de tirar mensagens de contexto, que considera uma estratégia recorrente dessa vertente política.
Walter Casagrande Jr. critica a gestão de São Paulo sob Ricardo Nunes e Tarcísio de Freitas, acusando-os de defender criminosos e negligenciar a cidade. O colunista também condena o apoio de figuras políticas brasileiras a Donald Trump e às sanções contra o Brasil, defendendo a soberania nacional e a atuação do governo Lula e do STF.
O artigo de Juca Kfouri discute a relação tumultuada entre Jair Bolsonaro e seus filhos, sugerindo que suas ações e a falta de um relacionamento paterno afetuoso são explicadas pela psicanálise, em especial pelo complexo de Édipo. A matéria aponta a colaboração dos filhos em episódios que levaram à prisão e à violação da tornozeleira eletrônica do ex-presidente.
Jair Bolsonaro foi preso preventivamente em sua residência na manhã de 22 de novembro de 2025. A prisão ocorre após seu filho, Eduardo Bolsonaro, convocar eleitores e simpatizantes para uma vigília em frente à casa do ex-presidente. A colunista Milly Lacombe argumenta que as ações de Eduardo, incluindo o pedido de aglomeração, têm contribuído para o enfraquecimento de Jair e culminado em sua prisão.
O caso Epstein expõe a pedofilia como uma prática social disseminada e culturalmente aceita, especialmente em relação a adolescentes. A matéria critica a relativização dos crimes por figuras poderosas e a discrepância moral em relação a outros temas, argumentando que a pedofilia é uma doença cultural enraizada na sociedade.
O artigo comemora 100 dias sem a voz de Jair Bolsonaro, destacando a diminuição da toxicidade no país e um ganho civilizatório "incomensurável". O autor expressa alívio e a esperança de que essa ausência se prolongue, sugerindo que Bolsonaro agora conhece a verdade que o libertará.