Um vídeo falso que mostra o ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro agredindo o zagueiro paraguaio Gustavo Gómez causou revolta no Paraguai. As imagens, exibidas em telões em Ciudad del Este, foram atribuídas a um ataque hacker pela empresa responsável. O presidente paraguaio, Santiago Peña, repudiou as montagens e ordenou a retirada das imagens, enquanto autoridades locais abriram investigação.
O artigo questiona a repercussão negativa da visita de Flávio Bolsonaro a Daniel Vorcaro, comparando-a com as visitas de Jair Bolsonaro à prisão domiciliar. O autor critica a imprensa por, segundo ele, uma perseguição seletiva, argumentando que não deveria haver problema em tais visitas.
O colunista Walter Casagrande Jr. compara a política brasileira, em especial a família Bolsonaro, ao desenho "A Corrida Maluca". Ele utiliza o personagem Dick Vigarista para ilustrar as tentativas de golpes e sabotagens que, segundo o autor, acabam se voltando contra os próprios envolvidos, resultando em fracassos.
Um deputado bolsonarista enviou um ofício à CBF solicitando a convocação de Neymar para a Copa do Mundo de 2026. O parlamentar justificou o pedido como uma manifestação popular, descrevendo Neymar como um símbolo de talento e esperança. A CBF e o técnico da Seleção Brasileira são as entidades responsáveis pela convocação de jogadores.
A coluna de Juca Kfouri compara as reações do Presidente Lula e do ex-presidente Jair Bolsonaro à morte de grandes brasileiros. Lula homenageou Oscar Schmidt com nota oficial e luto, enquanto Bolsonaro silenciou sobre mortes de artistas de esquerda, mas lamentou Olavo de Carvalho.
A matéria compara a aprovação popular de Neymar para a Copa do Mundo com a intenção de voto de Flávio Bolsonaro, questionando a motivação por trás das críticas ao jogador. O autor defende que a análise do desempenho de Neymar em campo e sua posição política são independentes, citando Rivaldo como exemplo.
O artigo de Juca Kfouri discute a questão da prisão domiciliar para Jair Bolsonaro, contrastando a postura atual de sua família com declarações passadas sobre o tema. O autor critica a hipocrisia dos Bolsonaros ao defenderem agora a prisão domiciliar para Jair, após terem ironizado e criticado o mesmo benefício para outros políticos, como José Dirceu e Lula.
O colunista Juca Kfouri, em um artigo de opinião, ironiza a especulação de uma lista de ministros que "o 01" gostaria de ter em um futuro governo, apresentando nomes inusitados e com referências políticas e midiáticas. A matéria utiliza o humor para criticar possíveis indicações e a conjuntura política.
A jogadora de vôlei de praia Carol Solberg foi suspensa pela Federação Internacional de Vôlei (FIVB) após comemorar em inglês a prisão de Jair Bolsonaro. A suspensão impede a atleta de participar da primeira etapa do circuito mundial de 2026, o que pode afetar sua classificação para as Olimpíadas. A decisão levanta questões sobre liberdade de expressão e a influência de dirigentes no esporte.
A Federação Internacional de Vôlei (FIVB) suspendeu a campeã mundial Carol Solberg após ela comemorar a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro. A punição, que a afasta da primeira etapa do circuito mundial de 2026, reacende o debate sobre os limites da liberdade de expressão de atletas no ambiente esportivo e a atuação das entidades disciplinadoras.
A jogadora brasileira de vôlei de praia Carol Solberg foi suspensa por um torneio pela Federação Internacional de Voleibol (FIVB). A punição ocorreu após ela comemorar publicamente a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro durante uma entrevista pós-partida no Campeonato Mundial de Adelaide. A federação citou conduta antidesportiva baseada em declarações políticas.
Carol Solberg foi suspensa pela Federação Internacional de Vôlei (FIVB) por "conduta antiesportiva" após comemorar a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro em uma etapa do Circuito Mundial. A atleta ficará fora da primeira etapa da temporada de 2026 em João Pessoa. A FIVB citou o regulamento disciplinar, que proíbe declarações políticas ofensivas, e confirmou que a decisão está sujeita a recurso.
O artigo comenta o desfile da Acadêmicos de Niterói no carnaval, que homenageou o presidente Lula e fez alusão a Jair Bolsonaro. O autor discute a situação de Bolsonaro ao assistir ao desfile e o repúdio popular à anistia.
O artigo discute a prisão de Jair Bolsonaro, comparando sua situação com a de outros detentos e criticando suas falas e ações passadas. O autor utiliza a figura de João Saldanha para contextualizar a análise sobre falar de presos e ironiza as condições privilegiadas que Bolsonaro tem na penitenciária.
A coluna de Juca Kfouri critica a família Bolsonaro por banalizar a tortura, contrastando com o histórico de homenagens a torturadores. O autor lamenta as ações da família e expressa esperança em um fim para o que considera covardia e ignomínia.
Uma campanha publicitária da Havaianas com Fernanda Torres gera polêmica ao ser interpretada pela extrema direita como uma mensagem subliminar contra Bolsonaro. A articulista Milly Lacombe critica a tática de tirar mensagens de contexto, que considera uma estratégia recorrente dessa vertente política.
Walter Casagrande Jr. critica a gestão de São Paulo sob Ricardo Nunes e Tarcísio de Freitas, acusando-os de defender criminosos e negligenciar a cidade. O colunista também condena o apoio de figuras políticas brasileiras a Donald Trump e às sanções contra o Brasil, defendendo a soberania nacional e a atuação do governo Lula e do STF.
O artigo de Juca Kfouri discute a relação tumultuada entre Jair Bolsonaro e seus filhos, sugerindo que suas ações e a falta de um relacionamento paterno afetuoso são explicadas pela psicanálise, em especial pelo complexo de Édipo. A matéria aponta a colaboração dos filhos em episódios que levaram à prisão e à violação da tornozeleira eletrônica do ex-presidente.
Jair Bolsonaro foi preso preventivamente em sua residência na manhã de 22 de novembro de 2025. A prisão ocorre após seu filho, Eduardo Bolsonaro, convocar eleitores e simpatizantes para uma vigília em frente à casa do ex-presidente. A colunista Milly Lacombe argumenta que as ações de Eduardo, incluindo o pedido de aglomeração, têm contribuído para o enfraquecimento de Jair e culminado em sua prisão.
O caso Epstein expõe a pedofilia como uma prática social disseminada e culturalmente aceita, especialmente em relação a adolescentes. A matéria critica a relativização dos crimes por figuras poderosas e a discrepância moral em relação a outros temas, argumentando que a pedofilia é uma doença cultural enraizada na sociedade.