O colunista Walter Casagrande Jr. celebra a derrota dos republicanos nas eleições de meio de mandato nos Estados Unidos, destacando a vitória democrata batizada de 'Onda Azul'. O texto critica duramente Donald Trump, a extrema direita internacional (Milei, Netanyahu) e os apoiadores brasileiros do movimento MAGA, como Tarcísio de Freitas e Ricardo Nunes. O autor ainda elogia Lula como estadista mundial, exalta a eleição de mulheres e minorias nos EUA e defende a soberania nacional brasileira.
O colunista Juca Kfouri ironiza o 'azar' da família Bolsonaro, que se refugiou no exterior e agora assiste ao fim da era Trump com a vitória democrata nas eleições americanas. O texto critica os foragidos Flávio e Eduardo Bolsonaro e aliados como Paulo Figueiredo, Allan dos Santos e Alexandre Ramagem, apontando El Salvador e Argentina como improváveis novas rotas de fuga. Jair Bolsonaro, o pai, permanece em prisão domiciliar no Brasil.
O Corinthians utilizou suas redes sociais para parabenizar Luiz Inácio Lula da Silva pela reeleição à Presidência do Brasil, encerrando a mensagem com uma saudação à democracia brasileira. É a segunda vez que o clube felicita o petista após uma vitória eleitoral, repetindo o gesto de 2022, quando Lula venceu Jair Bolsonaro. O presidente é torcedor declarado do Timão e costuma fazer referências ao clube em discursos e eventos públicos.
O artigo apresenta uma lista dos clubes de futebol pelos quais torceram os presidentes da história do Brasil, desde Getúlio Vargas (Grêmio) até os candidatos Lula (Corinthians) e Bolsonaro (Vasco), no contexto da eleição presidencial. O texto relata curiosidades históricas sobre a ligação de cada mandatário com seu time do coração, como Café Filho, único ex-jogador a chegar à presidência, e JK, fervoroso torcedor do Cruzeiro. Entre os destaques estão Eurico Gaspar Dutra, homenageado pelo Flamengo com um troféu, e João Goulart, que jogou nas categorias de base do Internacional.
Reeleito presidente do Brasil, Lula citou a derrota do Corinthians para o Vasco em seu primeiro discurso após a vitória nas eleições. O petista, torcedor declarado do Timão, brincou que o time 'só perde', comparando-o ao adversário derrotado nas urnas. O Corinthians havia aberto 2 a 1, mas sofreu a virada por 3 a 2 em São Januário, com dois gols de Marino Hinestroza.
O artigo explora a coincidência entre os domingos de segundo turno das eleições presidenciais brasileiras e as vitórias de Max Verstappen na Fórmula 1. Em 2018 e 2022, o holandês venceu os GPs do México no mesmo dia em que Bolsonaro e Lula, respectivamente, foram eleitos presidentes. Em 2026, o segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro voltará a coincidir com uma corrida de Verstappen, desta vez o GP dos Estados Unidos, em Austin.
Coluna de opinião que argumenta que o fascismo está historicamente ligado ao ataque aos direitos das mulheres, com base na hierarquia de gênero e no controle do corpo feminino. A autora conecta discurso de gênero de políticos de extrema direita no Brasil e nos EUA ao alerta sobre as eleições de 2026. Conclui que a eleição de domingo decidiria entre os valores do fascismo e a manutenção da democracia.
Coluna de opinião que critica as declarações do treinador Renato Gaúcho sobre seu voto em Bolsonaro após o Gre-Nal. A autora argumenta que o treinador escancarou os motivos de parte do eleitorado, ligados à defesa de privilégios da masculinidade. O texto questiona se o Grêmio e sua torcida ignorarão as declarações do treinador.
Colunista critica as declarações do técnico Renato Gaúcho, do Grêmio, que defendeu seu auxiliar preso por descumprir medida protetiva e associou sua defesa ao voto em Bolsonaro. Também reprova a performance do técnico Leonardo Jardim, do Flamengo, que simulou telequetes em coletiva para negar a violenta entrada de Pulgar em Castillo no Fla-Flu. O texto aponta que ambos chafurdaram em lama moral ao defenderem cegamente seus aliados.
A coluna analisa o posicionamento político de jogadoras do futebol feminino brasileiro, como Carlinha e Ary Borges, que se declararam favoráveis a Lula e contrárias ao bolsonarismo após o título do Brasileirão conquistado pelo São Paulo. A autora contrasta essa 'consciência de classe' das mulheres do futebol feminino com o alinhamento conservador do futebol masculino. Por fim, extrai dessas manifestações lições para o segundo turno das eleições presidenciais.
O colunista Juca Kfouri lista argumentos para rejeitar a candidatura de Bolsonaro nas eleições de 2026, destacando avanços como a saída do Brasil do mapa da fome e quatro anos sem sobressaltos. Ele caracteriza o retorno de Bolsonaro ao poder como ameaça à democracia, mencionando a tentativa de golpe, a idolatria a torturadores e a negação da ciência. O texto conclui afirmando que não é preciso gostar de Lula, bastando rejeitar Bolsonaro, e convoca os eleitores às urnas sem ódio e sem medo.
A goleira Carlinha, do São Paulo, explicou em entrevista ao Fim de Papo, do Canal UOL, seu posicionamento político contra Bolsonaro, atribuindo a fala à morte da avó durante a pandemia. Ela também afirmou que votará antes de se apresentar à Seleção Brasileira e destacou o sonho de disputar a Copa do Mundo feminina de 2027 no Brasil. Comentaristas elogiaram sua atuação na partida contra o Corinthians, apontando-a como o nome do jogo.
A colunista Milly Lacombe defende a decisão do presidente Lula de não participar do debate promovido pela Globo, argumentando que a emissora não oferece um campo neutro ao candidato. O texto retoma o polêmico debate de 1989 contra Collor, a errata envolvendo a jornalista Maria Cristina Fernandes e o site divulgado por Luciano Huck, acusado de enviesar escolhas para a direita. Para a autora, há interesses comerciais envolvidos, como a legalização das apostas online, e Lula teria avaliado que comparecer seria uma armadilha.
O colunista Paulo Vinicius Coelho (PVC) defende que o governo federal deveria usar um Projeto de Lei em regime de urgência, e não Medida Provisória, para tratar a questão das bets, pois o PL permitiria tempo para a sociedade debater o problema. Ele afirma que o vício em apostas é uma questão de saúde pública e critica a inconsistência regulatória dos últimos anos, da legalização no governo Temer à regulamentação feita por Lula. O autor também prevê que dirigentes de clubes, em sua maioria eleitores de Bolsonaro, culparão o governo federal pelos atrasos de salários que virão.
Um vídeo falso que mostra o ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro agredindo o zagueiro paraguaio Gustavo Gómez causou revolta no Paraguai. As imagens, exibidas em telões em Ciudad del Este, foram atribuídas a um ataque hacker pela empresa responsável. O presidente paraguaio, Santiago Peña, repudiou as montagens e ordenou a retirada das imagens, enquanto autoridades locais abriram investigação.
O artigo questiona a repercussão negativa da visita de Flávio Bolsonaro a Daniel Vorcaro, comparando-a com as visitas de Jair Bolsonaro à prisão domiciliar. O autor critica a imprensa por, segundo ele, uma perseguição seletiva, argumentando que não deveria haver problema em tais visitas.
O colunista Walter Casagrande Jr. compara a política brasileira, em especial a família Bolsonaro, ao desenho "A Corrida Maluca". Ele utiliza o personagem Dick Vigarista para ilustrar as tentativas de golpes e sabotagens que, segundo o autor, acabam se voltando contra os próprios envolvidos, resultando em fracassos.
Um deputado bolsonarista enviou um ofício à CBF solicitando a convocação de Neymar para a Copa do Mundo de 2026. O parlamentar justificou o pedido como uma manifestação popular, descrevendo Neymar como um símbolo de talento e esperança. A CBF e o técnico da Seleção Brasileira são as entidades responsáveis pela convocação de jogadores.
A coluna de Juca Kfouri compara as reações do Presidente Lula e do ex-presidente Jair Bolsonaro à morte de grandes brasileiros. Lula homenageou Oscar Schmidt com nota oficial e luto, enquanto Bolsonaro silenciou sobre mortes de artistas de esquerda, mas lamentou Olavo de Carvalho.
A matéria compara a aprovação popular de Neymar para a Copa do Mundo com a intenção de voto de Flávio Bolsonaro, questionando a motivação por trás das críticas ao jogador. O autor defende que a análise do desempenho de Neymar em campo e sua posição política são independentes, citando Rivaldo como exemplo.