O jogador de futebol Yuri, que cumpriu pena por tráfico de drogas, retorna aos gramados jogando com tornozeleira eletrônica pelo Goytacaz. A história do atleta é vista como um exemplo de ressocialização e superação, com o clube e o Ministério Público apoiando a retirada do dispositivo de monitoramento.
O jogador Yuri de Carvalho, do Goytacaz, que atua com tornozeleira eletrônica, tem a expectativa de retirá-la em breve. O Ministério Público do Rio de Janeiro deu aval favorável à medida. O meia-atacante sente dores e a tornozeleira pode ser danificada em caso de contato físico.
O meia-atacante Yuri de Carvalho, de 30 anos, relata sua experiência jogando futebol profissional no Goytacaz enquanto cumpre pena por tráfico de drogas e usa tornozeleira eletrônica. Apesar do incômodo, ele demonstra gratidão pela oportunidade de retomar sua carreira e conta com o apoio do clube e do diretor Ricardo Bóvio para sua ressocialização através do esporte.
Yuri, jogador de 30 anos do Goytacaz, atua com tornozeleira eletrônica na final da Série B2 do Campeonato Carioca, sete meses após sair da prisão. O clube acredita que não há impedimento regulamentar para sua participação, enquanto aguarda decisão judicial sobre a retirada do dispositivo.
O artigo de Juca Kfouri discute a relação tumultuada entre Jair Bolsonaro e seus filhos, sugerindo que suas ações e a falta de um relacionamento paterno afetuoso são explicadas pela psicanálise, em especial pelo complexo de Édipo. A matéria aponta a colaboração dos filhos em episódios que levaram à prisão e à violação da tornozeleira eletrônica do ex-presidente.