O colunista Juca Kfouri reflete sobre nomes populares que, pelo uso, passaram a tipificar personagens e comportamentos, como Ricardão, Mané e Maria-vai-com-as-outros. Ele observa que ainda não existe um termo específico para designar a pessoa covarde, que simula valentia mas foge diante das adversidades. O texto convida os leitores a sugerir um nome para esse tipo de comportamento.
O presidente do Vasco, Pedrinho, criticou publicamente o presidente do Flamengo, Bap, pela recusa em liberar o Maracanã para o jogo de volta da semifinal da CONMEBOL Sul-Americana contra o Boca Juniors. A Justiça do Rio confirmou o Maracanã como palco da partida de 20 de outubro, mas a Conmebol sinalizou possibilidade de campo neutro em Assunção, no Paraguai, caso haja novos recursos. Pedrinho falou em 'covardia' e classificou a situação como possível questão pessoal entre dirigentes.
Vinícius Júnior se pronunciou nas redes sociais após acusação de racismo no jogo entre Real Madrid e Benfica pela Liga dos Campeões. O jogador repudiou o ocorrido, criticou a covardia dos racistas e questionou a eficácia do protocolo antirracismo do árbitro, que também o puniu com cartão amarelo por comemorar um gol.
A coluna de Juca Kfouri critica a família Bolsonaro por banalizar a tortura, contrastando com o histórico de homenagens a torturadores. O autor lamenta as ações da família e expressa esperança em um fim para o que considera covardia e ignomínia.