A Conmebol emitiu um alerta oficial aos torcedores sobre a circulação de pacotes de viagem e ingressos não autorizados para as finais da Libertadores e da Copa Sul-Americana de 2026. A entidade informou que apenas a ABSOLUT Sport e a plataforma ElevenTickets estão autorizadas a comercializar hospitalidade e bilhetes oficiais. Ingressos obtidos fora dos canais credenciados serão declarados inválidos no acesso aos estádios.
O Rio Branco, clube de Americana que revelou atletas como Marcos Senna e Vanderson, enfrenta grave crise financeira e judicial, sustentado por uma recuperação judicial com suspeitas de fraude. Investigações apontam transferências suspeitas para uma empresa ligada ao presidente Cláudio Bonaldo, e disputas com o Grêmio sobre a venda do lateral Vanderson ao Monaco agravam o quadro. Sem recursos, o clube da Série A-3 paulista avalia ceder seus símbolos a uma empresa que gere o futebol do Sertãozinho para evitar abandonar o futebol.
Josh Wander, co-fundador da 777 Partners e ex-dono da SAF do Vasco da Gama, declarou-se culpado de fraude em tribunal de Nova York e concordou em restituir US$ 500 milhões aos investidores. Ele pode ser condenado a até 40 anos de prisão, com sentença marcada para 1º de março. A empresa também possuía participações em clubes como Hertha Berlin, Genoa, Standard Liège e fracassou na compra do Everton.
Josh Wander, ex-dono da SAF do Vasco e cofundador da 777 Partners, se declarou culpado de um esquema de fraude de US$ 500 milhões (cerca de R$ 2,5 bilhões) nos Estados Unidos, segundo a Procuradoria de Nova York. Ele responde por fraude eletrônica, fraude com valores mobiliários e conspiração, com pena máxima de 20 anos de prisão por acusação; a sentença será definida em março de 2027. A 777 Partners entrou em falência e foi afastada da gestão da SAF do Vasco em maio de 2024.
O tenista sérvio Stefan Milićević, de 29 anos, foi suspenso por 24 anos e multado em 70 mil dólares por envolvimento em esquema de manipulação de resultados no circuito profissional. A punição foi anunciada pela Agência Internacional de Integridade do Tênis (ITIA) e impede o atleta de exercer atividades oficiais no esporte até outubro de 2050. A investigação o responsabilizou por fraudar seis partidas e tentar interferir em outras seis entre 2022 e 2024, além de aliciar outros jogadores para uma rede de corrupção.
O tenista sérvio Stefan Milićević, de 29 anos, foi suspenso do esporte até a temporada de 2050 por comandar uma rede corrupta de manipulação de resultados. A decisão da Agência Internacional de Integridade do Tênis (ITIA) apontou fraude em seis partidas e tentativa de interferência em outras seis entre 2022 e 2024, além do aliciamento de outros jogadores. Além da suspensão de 24 anos, o atleta recebeu multa de 70 mil dólares e não colaborou com as investigações.
Joshua Wander, fundador e ex-CEO da 777 Partners, empresa que controlou a SAF do Vasco, declarou-se culpado de fraude eletrônica e fraude de valores mobiliários nos Estados Unidos. Segundo as autoridades americanas, ele comandou um esquema que defraudou credores e investidores em mais de US$ 500 milhões, envolvendo uso indevido de recursos, garantias falsas e adulteração de extratos bancários. A sentença está marcada para março de 2027, com pena máxima de 20 anos de prisão por cada acusação.
Josh Wander, ex-dono da SAF do Vasco, se declarou culpado por fraude eletrônica e fraude de valores mobiliários em um esquema que prejudicou credores e investidores da 777 Partners em cerca de R$ 2,5 bilhões. O empresário admitiu usar informações financeiras falsas para obter empréstimos e captar investimentos, incluindo extratos bancários adulterados. Como parte do acordo judicial, ele concordou com o confisco de pelo menos 500 milhões de dólares e pode enfrentar penas de até 20 anos de prisão.
O colunista Eduardo Tironi discute o esquema fraudulento de venda de licenças falsas de treinador da ATFA, negociadas pelo ex-volante Mancuso por até 20 mil dólares. Ex-jogadores brasileiros como Felipe Melo, Alex e Diego Souza adquiriram os diplomas falsos. Tironi reflete sobre uma aparente aversão dos brasileiros ao conhecimento, o que explicaria o desprezo por treinadores do país no mercado mundial.
A influenciadora chinesa Sun Yuanyuan foi desclassificada da Maratona de Berlim após ser flagrada usando uma bicicleta durante parte do percurso. A OMTIU identificou irregularidades nas parciais de ritmo da prova e a atleta admitiu a fraude em pedido público de desculpas. Além da punição esportiva, Sun perdeu a parceria comercial com a Brooks China.
A coluna investiga o esquema de fraude do ex-jogador argentino Alejandro Mancuso, que teria vendido licenças PRO de treinador falsas da ATFA por 100 mil reais a estrelas como Thiago Silva, Roberto Carlos e Felipe Melo. Apesar de áudios comprovando as ofertas, Mancuso nega o esquema e tenta manipular a entrevista com carisma e respostas evasivas. A própria ATFA confirma que os certificados não têm validade e que Mancuso jamais trabalhou para a entidade.
O colunista Julio Gomes afirma que as fraudes do Manchester City contra o fair play financeiro eram conhecidas há anos e agora foram confirmadas por uma auditoria contratada pela Premier League. Ele explica o mecanismo de patrocínios inflados pagos por empresas ligadas ao grupo controlador do clube, ligado ao Emirado de Abu Dhabi. O texto discute ainda a punição esperada, incluindo a possível retirada de títulos nacionais do clube inglês.
Um colecionador de figurinhas da Copa do Mundo de 2026 foi vítima de um golpe no TikTok, perdendo R$ 229 para um perfil falso que se passava por uma página especializada. O golpista enganou a vítima com negociações convincentes e um código de rastreio inválido, desaparecendo após receber o pagamento.
O campeão mundial de atletismo, CJ Ujah, é acusado de envolvimento em um esquema de fraude com criptomoedas no Reino Unido, que envolve a perda de mais de R$ 2 milhões por uma vítima. Ujah, junto com outros nove suspeitos, se passava por autoridades para obter dados de carteiras digitais. O atleta britânico foi liberado sob fiança e aguarda próxima audiência.
A SAF do Botafogo informou que abrirá seu escritório para o clube social analisar documentos financeiros, após suspeitas de fraude no aporte de John Textor. O associativo alega falta de transparência e descumprimento de cláusulas, buscando acesso a documentos e transações. Este é mais um capítulo na disputa entre as partes, que já envolve questões judiciais e de arbitragem.
O Corinthians registrou um boletim de ocorrência contra Adriano Monteiro Alves, membro do Conselho Deliberativo, por suspeita de fraude estruturada e estelionato. Adriano teria negociado contratos em nome do clube sem autorização da diretoria, utilizando o nome e a marca do Timão para obter vantagens financeiras. O clube busca a abertura de um inquérito policial para investigar o caso.
O Corinthians solicitou a abertura de um inquérito contra Adriano Monteiro Alves, irmão do ex-presidente Duilio Monteiro Alves, por tentativa de estelionato e fraude. Segundo o clube, ele teria negociado contratos indevidamente utilizando o nome e a marca do Timão. Adriano Monteiro Alves negou as acusações e classificou a diretoria atual como um 'golpe'.
O clube Independência, atual bicampeão acreano, está sob investigação por suspeita de falsificar o pagamento de taxas de inscrição de atletas junto à Federação de Futebol do Acre (FFAC). A denúncia foi feita pelo Vasco-AC ao Tribunal de Justiça Desportiva do Acre (TJD-AC), que apura possíveis inconsistências e falsificações em comprovantes de pagamento. Caso a fraude seja confirmada, o Independência pode ser afastado do futebol nesta temporada.
Uma investigação policial aponta para uma associação criminosa dentro do São Paulo, envolvendo a fraude na venda de camarotes no Morumbi. Um caderno apreendido revelou detalhes sobre um esquema que teria durado quase dois anos, com divisão de lucros entre envolvidos, incluindo um ex-superintendente do clube.
A Justiça do Rio Grande do Sul condenou sete pessoas, incluindo o ex-vice-presidente jurídico do Inter, Marcelo Freitas e Castro, e o ex-atacante Christian, por um esquema de fraudes e lavagem de dinheiro que causou um prejuízo superior a R$ 260 mil ao clube. As condenações referem-se a fraudes em acordos trabalhistas e contratos de serviços jurídicos, com desvio de valores e ocultação da origem dos recursos. A decisão ainda cabe recurso.