A contratação de Lucas Paquetá pelo Flamengo é vista como uma demonstração de poder financeiro e gestão exemplar. O artigo destaca que Flamengo e Palmeiras se tornaram referências no Brasil em organização e capacidade de investimento, inspirando outros clubes.
A reportagem investiga a real estrutura de poder na Confederação Brasileira de Futebol (CBF), questionando a presidência formal de Samir Xaud. O artigo aponta Gustavo Dias Henrique, um dos vices, como a figura central que detém o poder de decisão e influência, inclusive junto a figuras como Gianni Infantino e o presidente Lula. Henrique é descrito como o homem de confiança do ministro Gilmar Mendes, agindo como um "zagueiro" para evitar a ascensão de outros vice-presidentes.
O Flamengo adota uma nova estratégia de contratações para a janela de transferências, buscando jogadores de destaque no mercado nacional para reforçar seu elenco e enfraquecer adversários. Essa mudança indica uma postura de poder e investimento, contrastando com a abordagem anterior de focar em atletas europeus.
A colunista Milly Lacombe expressa choque e perplexidade ao ver o nome do renomado linguista Noam Chomsky associado ao de Jeffrey Epstein, um empresário pedófilo. Embora a imagem de ambos em um jato particular não prove nada, documentos revelam que Chomsky pode ter recebido dinheiro de uma conta ligada a Epstein, levantando questões perturbadoras sobre a relação.
O colunista Walter Casagrande Jr. critica a presidente do Palmeiras, Leila Pereira, por expor jogadores e o técnico Abel Ferreira em reunião de conselho. Casagrande argumenta que essa atitude quebra a confiança conquistada e soa como traição, especialmente por ter ocorrido pelas costas do elenco. A reportagem também menciona a tentativa de Leila de mudar o estatuto para obter mais um mandato.
O CEO do Grêmio, Alex Leitão, criticou o Flamengo por um suposto projeto de transformar o Brasileirão em um modelo semelhante à Bundesliga alemã. Segundo Leitão, o clube carioca busca um protagonismo similar ao do Bayern de Munique, concentrando poder e influenciando o campeonato a seu favor.
Mauro Cezar Pereira critica a possibilidade de Leila Pereira buscar um terceiro mandato como presidente do Palmeiras, comparando-a a outros dirigentes e destacando a busca pelo poder. Ele considera que a postura da presidente reflete um padrão comum na cartolagem do futebol, independentemente do gênero.
O caso Epstein expõe a pedofilia como uma prática social disseminada e culturalmente aceita, especialmente em relação a adolescentes. A matéria critica a relativização dos crimes por figuras poderosas e a discrepância moral em relação a outros temas, argumentando que a pedofilia é uma doença cultural enraizada na sociedade.
John Textor reconheceu que mudanças na Eagle Football Holdings, com a substituição de diretores, reforçam seu controle sobre a empresa. Ele minimizou o impacto de uma ação judicial da Iconic Sports no Botafogo, classificando-a como uma questão financeira, não de poder.
O artigo discute a relação entre o Dia das Bruxas e o feminismo, resgatando a figura histórica das mulheres perseguidas e assassinadas durante a Idade Média, conhecidas como 'bruxas'. A autora argumenta que essa perseguição foi, na verdade, um genocídio contra mulheres e saberes, e que o feminismo busca ressignificar a imagem da bruxa como um arquétipo de poder e resistência.
O artigo discute a resistência à ideia de transformar o Corinthians em Sociedade Anônima do Futebol (SAF), apesar da dívida expressiva do clube. O Conselho Deliberativo é majoritariamente contra a proposta 'SAFiel', citando a história da associação e o temor de perda de poder.