A reportagem investiga a real estrutura de poder na Confederação Brasileira de Futebol (CBF), questionando a presidência formal de Samir Xaud. O artigo aponta Gustavo Dias Henrique, um dos vices, como a figura central que detém o poder de decisão e influência, inclusive junto a figuras como Gianni Infantino e o presidente Lula. Henrique é descrito como o homem de confiança do ministro Gilmar Mendes, agindo como um "zagueiro" para evitar a ascensão de outros vice-presidentes.
A reportagem destaca os jogadores do Corinthians que apresentaram maior evolução durante a temporada de 2025, um ano de altos e baixos que culminou com o título da Copa do Brasil. O artigo detalha o desempenho individual de Breno Bidon, Matheus Bidu e Gustavo Henrique, ressaltando suas contribuições para a equipe e suas trajetórias de crescimento.
Os zagueiros do Corinthians, André Ramalho e Gustavo Henrique, lamentaram a saída de Fabinho Soldado do cargo de diretor executivo de futebol. Eles elogiaram o trabalho do profissional e expressaram tristeza com a decisão, que impacta o planejamento do clube. Fabinho Soldado confirmou conversas para trabalhar no Internacional.
Três jogadores do ASA sofreram lesões durante um jogo-treino contra o sub-20 do CSE. O técnico Dico Woolley informou que as lesões de Arthurzinho e Wandson não são graves, mas o zagueiro Henrique preocupa devido a um problema no joelho direito.
O artigo analisa a diferença de tratamento midiático e judicial em casos envolvendo os jogadores Bruno Henrique e Vitor Roque. O autor critica a indignação seletiva da mídia, que criticou duramente a punição branda de Bruno Henrique por um caso ligado a apostas, mas silenciou diante de uma punição similarmente leve para Vitor Roque por acusação de homofobia. Essa disparidade, segundo o colunista, reflete uma permissividade seletiva em relação a certas infrações.
A colunista Milly Lacombe critica a leniência da justiça desportiva em casos de Bruno Henrique e Vitor Roque, questionando a eficácia de punições como multas e posts em redes sociais diante de atitudes consideradas graves. Ela levanta a questão sobre o papel do STJD em combater a manipulação de jogos e preconceitos no esporte.
O presidente do Vila Nova, Hugo Jorge Bravo, denunciante do esquema de manipulação de resultados, criticou a multa de R$ 100 mil imposta ao jogador Bruno Henrique, do Flamengo, pelo STJD. Para Bravo, a punição é branda e desproporcional em comparação com as aplicadas a atletas de divisões inferiores.
O STJD está sendo criticado por um possível desequilíbrio nos prazos de julgamento, com Vitor Roque sendo julgado mais rapidamente em primeira instância do que Bruno Henrique. O Palmeiras pede que o tribunal respeite prazos de forma equilibrada, citando a demora no caso de seu jogador após denúncia em outubro.
A matéria avalia as atuações individuais dos jogadores do Amazonas FC em uma partida contra o Botafogo-SP. Destaques como Henrique Almeida e Kevin Ramírez tentam criar jogadas, mas uma falha defensiva de Carlos Akapo resulta em um pênalti e no gol adversário, sendo o principal ponto de vacilo da equipe. O Botafogo-SP saiu vitorioso do confronto.