A proibição das apostas online no Brasil gerou impactos econômicos divergentes: clubes de futebol relatam queda drástica nas receitas de patrocínio, enquanto o setor supermercadista celebra aumento nas vendas. Em audiência no STF, o Flamengo estimou perda de R$ 430 milhões anuais, e a ABRAS apontou crescimento real de 6,5% no consumo de alimentos após a medida. O Congresso deve votar a questão até o final de janeiro, podendo anular ou ratificar a decisão do presidente Lula.
O ministro Luiz Fux, do STF, defendeu o banimento das apostas online no Brasil e indicou que a discussão será levada ao plenário da Corte. Durante audiência pública sobre a medida provisória do governo Lula, ele rebateu críticas sobre a composição dos participantes e classificou a ludopatia como problema de saúde pública e econômica. O tema envolve debates sobre impactos sociais, segurança jurídica e consequências econômicas para clubes de futebol patrocinados por casas de apostas.
A primeira-dama Janja da Silva participa de audiência pública no STF convocada pelo ministro Luiz Fux para discutir a Medida Provisória que proibiu as bets no Brasil. Em declaração exclusiva à coluna, Janja criticou a lista inicial de convidados, que favorecia o setor de apostas, e defendeu a escuta da sociedade civil. O texto também aborda o movimento Bets Nunca Mais e dados da Abras sobre o impacto social das apostas online.
A colunista Milly Lacombe critica os argumentos usados para defender a volta das casas de apostas online (bets), qualificando-os como 'ginástica moral' diante da crise social e do vício que a legalização produziu. Ela sustenta que o único motivo honesto para defender as bets seria o lucro obtido com a destruição de vidas, e defende que, se retornarem, existam sem publicidade, sem patrocínios no futebol e com taxação drástica. O texto menciona o protesto de Flamengo e Fluminense, que estamparam a frase 'proibir não é proteger' em suas camisas contra o veto às bets.
A colunista Milly Lacombe critica a audiência pública convocada pelo ministro do STF Luiz Fux sobre as bets, marcada para 3 de novembro. Segundo ela, o debate exclui a sociedade civil — associações de saúde mental, médicos, consumidores e famílias afetadas pelo vício em apostas — e reúne apenas os interessados na volta das apostas online. A autora classifica o evento como um simulacro de democracia e uma ofensa à sociedade civil.
A coluna critica a audiência pública marcada pelo ministro Luiz Fux no STF para discutir a medida provisória que proibiu apostas online no Brasil, destacando que apenas entidades beneficiadas financeiramente pelas bets foram convidadas, sem espaço para saúde pública, defesa do consumidor ou mulheres. Com base na pesquisa 'Mulheres & Bets', a autora apresenta os impactos das apostas nas famílias de classes C, D e E e defende a manutenção da proibição até que todas as perspectivas afetadas sejam ouvidas.
A matéria explica os impactos da medida provisória do presidente Lula que proíbe as casas de apostas online no Brasil, principais patrocinadoras do futebol nacional. Com 14 dos 20 clubes da Série A patrocinados por bets — receita que representou cerca de 200 milhões de dólares em 2025, incluindo o contrato recorde de 46 milhões anuais da Betano com o Flamengo —, os dirigentes temem desvalorização dos clubes e dificuldades para honrar contratações. O texto menciona ainda a ação no Supremo Tribunal Federal movida pelas empresas do setor e a defesa da decisão pelo governo.
A colunista Milly Lacombe defende a decisão do presidente Lula de não participar do debate promovido pela Globo, argumentando que a emissora não oferece um campo neutro ao candidato. O texto retoma o polêmico debate de 1989 contra Collor, a errata envolvendo a jornalista Maria Cristina Fernandes e o site divulgado por Luciano Huck, acusado de enviesar escolhas para a direita. Para a autora, há interesses comerciais envolvidos, como a legalização das apostas online, e Lula teria avaliado que comparecer seria uma armadilha.
O segundo amistoso entre Brasil e Austrália, vencido pela Seleção por 4 a 2, foi transmitido no Brasil sem propaganda de casas de apostas, após o governo federal anunciar o banimento das apostas online. A reportagem explica que as placas publicitárias exibidas na transmissão são inseridas por tecnologia de substituição virtual, que regionaliza os anúncios em tempo real. O texto ainda aborda a Medida Provisória que proíbe patrocínios de bets no futebol brasileiro e a reunião convocada pelo Ministério do Esporte com a CBF.
O jornalista Leonardo Bessa relata sua experiência pessoal com o vício em apostas online, a ludopatia, que o levou a internamento em 2020. Ele defende a medida provisória assinada pelo presidente Lula que proíbe as casas de apostas no Brasil, classificando os jogos de azar como problema de saúde pública. Apesar de reconhecer que a medida não acabará com o jogo clandestino, o autor a considera um avanço importante para enfrentar a dependência.
A Betnacional, patrocinadora máster do Cruzeiro, por meio da controladora Flutter Brazil, se pronunciou sobre a Medida Provisória que proíbe apostas online e publicidade de bets no Brasil. A empresa informou que suspendeu as atividades de suas plataformas desde 26/09 e avalia contratos e parcerias em conformidade com as novas regras, defendendo a manutenção do mercado regulado. A medida, anunciada pelo governo Lula, extingue o patrocínio de casas de apostas no futebol brasileiro.
O Fluminense avalia que a perda do patrocínio máster da Superbet, ameaçado pela Medida Provisória que proíbe apostas online e patrocínios esportivos no país, pode gerar prejuízo superior a R$ 100 milhões. O impacto financeiro pode superar até a venda recorde do volante André ao Wolverhampton, fechada em 2024 por cerca de R$ 140 milhões. Sem o patrocinador, o clube deve recorrer à venda de atletas, com Martinelli, recentemente convocado por Ancelotti para a Seleção, como principal ativo.
A possível saída da Sportingbet como patrocinadora máster do Vasco, decorrente de medida do governo federal contra apostas online, pode representar a perda de uma receita de até R$ 165 milhões. O teto do contrato, cerca de € 28 milhões, é praticamente equivalente aos aproximadamente € 29 milhões investidos pelo clube na última janela de transferências. A matéria contextualiza o cenário, que ocorre após sete meses sem patrocinador máster desde a saída da Betfair.
A colunista Milly Lacombe defende a medida provisória assinada pelo presidente Lula que proíbe as apostas online (bets) no Brasil, argumentando que se trata de ação humanitária e não eleitoreira. O texto contextualiza os R$ 1 bilhão que o futebol da Série A perderá frente aos R$ 62,5 bilhões retirados do orçamento das famílias em 2025. Apresenta dados econômicos e de saúde pública que evidenciam o colapso social causado pelo vício em apostas.
O governo Lula assinou medida provisória que proíbe o funcionamento de casas de apostas online no Brasil, impedindo novas apostas a partir da publicação. O ministro da Fazenda, Dario Durigan, informou que os apostadores têm até 5 de outubro para resgatar seus saldos remanescentes nos sites. Após essa data, os bancos realizarão a devolução automática dos valores entre 9 e 14 de outubro, com a Caixa intermediando casos de dificuldade.
O governo federal assinou uma medida provisória que proíbe o funcionamento de casas de apostas online no Brasil. O ministro da Fazenda, Dario Durigan, definiu os prazos para que apostadores retirem seus saldos das plataformas, com bloqueio dos sites a partir de 6 de outubro. A reportagem também destaca o impacto da proibição no futebol, já que as bets foram a maior fonte de patrocínio dos clubes da Série A em 2025.
A colunista Milly Lacombe analisa os motivos que levariam o presidente Lula a proibir as apostas online (bets) e os cassinos virtuais às vésperas das eleições. O texto discute se a decisão decorre de preocupação genuína com o estrago social e econômico causado pelas apostas, que funcionariam como transferência de renda dos mais pobres para os mais ricos, ou de estratégia eleitoral. A autora reflete sobre a possível mudança de postura do presidente, historicamente conciliador, que se inspiraria em políticos mais radicais como Zohran Mamdani.