O Corinthians busca patrocínios pontuais, com acertos por jogo, para preencher os espaços comerciais da camisa depois que uma Medida Provisória baniu as casas de apostas do futebol brasileiro. Segundo o jornalista Samir Carvalho, o clube chegou a avaliar um acordo provisório de quatro meses, mas decidiu evitar riscos jurídicos e adotar negociações curtas, caso a caso.
Colunistas do programa De Primeira, do Canal UOL, debatem a proibição das casas de apostas no Brasil. Eles argumentam que o fim das bets é uma questão de saúde pública decidida pelo governo federal, não um problema do futebol, embora impacte diretamente os contratos de patrocínio dos clubes. A matéria destaca ainda o boicote dos clubes a uma reunião com o Ministério do Esporte em protesto contra a Medida Provisória assinada pelo presidente Lula.
O Grêmio anunciou a casa de apostas Pitaco como patrocinadora máster dois dias antes da medida provisória que proíbe bets no Brasil. O clube emitiu comunicado afirmando que 'aguardará os desdobramentos' sem apontar para o cancelamento do acordo de R$ 40 milhões anuais. A MP do governo federal segue para votação no Congresso, com prazo para retirada de publicidades em 5 de outubro.
A colunista Alicia Klein contrasta o comportamento de Gustavo Scarpa, que usa sua influência para incentivar a leitura de clássicos da literatura, com o de Neymar, associado a polêmicas e à propaganda de apostas. O texto destaca como a recomendação de Scarpa transformou 'A Morte de Ivan Ilitch' em sucesso de vendas e inspirou clubes do livro entre torcedores. A reflexão critica a era dos influenciadores no futebol e os usos distintos que os jogadores fazem de sua visibilidade.
O Corinthians antecipou parte da verba do patrocínio da Esportes da Sorte para pagar salários e direitos de imagem dos elencos masculino e feminino antes de jogos decisivos, após a CBF negar um novo pedido de antecipação. O time masculino perdeu por 1 a 0 para o Estudiantes e foi eliminado da Libertadores, enquanto o feminino venceu o Bahia pela semifinal do Brasileirão. O clube acumula cerca de R$ 25 milhões em dívidas com o elenco profissional e avaliou, sem sucesso, novo empréstimo com o empresário Giuliano Bertolucci.
O Altos acertou um novo patrocinador master, a casa de apostas Esportiva Bet, que estampará sua marca na camisa do clube até o final da temporada de 2026. O patrocínio visa impulsionar a participação do time na Série D do Campeonato Brasileiro. Apesar da pior colocação no Campeonato Piauiense desde 2016, o clube busca se reestruturar para a nova competição.
O Athletico Paranaense encerrou sua parceria com a casa de apostas Viva Sorte Bet, que ocupava o espaço de patrocinador máster em sua camisa. O clube já iniciou a busca por um novo patrocinador principal, enquanto a Viva Sorte mantém um patrocínio menor no peito. A saída da Viva Sorte Bet segue uma tendência de outras casas de apostas que deixam de patrocinar clubes brasileiros.
O Corinthians está perto de renovar o patrocínio máster com a Esportes da Sorte até 2029, descartando a criação de uma plataforma de apostas própria. A decisão ocorreu após a não apresentação de garantias financeiras pela Responsa Gamming, que havia feito uma oferta mais alta.
O Corinthians se reuniu com a Responsa Gamming, empresa interessada em ser sua nova patrocinadora máster. A Bet apresentou um fundo árabe como principal investidor e busca oferecer garantias financeiras ao clube. A decisão final dependerá da comprovação de solidez e transparência da empresa.
A nova Bet, interessada em assumir o patrocínio máster da camisa do Corinthians, está disposta a antecipar cerca de R$ 40 milhões para quitar o transfer ban do clube. A empresa fez uma proposta de R$ 180 milhões anuais, buscando superar a concorrência da Esportes da Sorte. Apesar do valor atrativo, o Corinthians demonstra receio devido a históricos passados com patrocinadores.
O Corinthians está avaliando uma proposta para lançar sua própria casa de apostas esportivas, a "Timão.Bet". A oferta inicial inclui um patrocínio máster de R$ 453 milhões por três anos e royalties sobre o lucro, com potencial de aumento para R$ 720 milhões em quatro anos. Apesar do alto valor, o clube demonstra cautela devido ao histórico da empresa e sua recente aparição na CPI das Bets.