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Análise dos Times

Fluminense

Principal

Motivo: Matéria focada no clube, mas com tom de controvérsia ao destacar críticas e revolta contra a fala do presidente

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Palavras-Chave

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Conteúdo Original

O presidente do Fluminense, Mattheus Montenegro, discursou na Audiência Pública do Supremo Tribunal Federal (STF), nesta terça-feira (3), no debate dos impactos da Medida Provisória que proibiu as casas de apostas on-line no Brasil. Um recorte da fala do mandatário tricolor, em sua explanação pedindo a suspensão da MP, no entanto, causou polêmica e revolta nas redes sociais. + Cano e Ganso no Fluminense: ídolos vivem indefinição contratual Mattheus Montenegro, no discurso de cerca de dez minutos, colocou em pauta dramas familiares e afirmou que isso "não pode ser maior" do que os efeitos do desemprego no futebol. — Eu ouvi muito se falar sobre drama. O drama das famílias, o drama do endividamento. E isso é verdade. O Fluminense não nega isso. Só que também, Excelência, existe um drama do desemprego. O que os clubes vão fazer se a receita acabar? Eu já vi muitas vezes a Suprema Corte discutir a ponderação de princípios, mas aqui, neste caso, infelizmente, nós teremos que fazer a ponderação entre os dramas. O drama de uma família endividada não pode ser maior do que o drama de uma família que vai ter que sofrer os efeitos do desemprego, que é o que vai acontecer na cadeia do futebol, especialmente das agremiações menores, com base nessa perda de receita — disse o presidente do Fluminense. Após o corte ser compartilhado nas redes, figuras influentes e torcedores criticaram o dirigente do clube das Laranjeiras. Veja as críticas publicadas nas redes sociais em cima da fala de Mattheus Montenegro: ➡️ Siga o Lance! no WhatsApp e acompanhe em tempo real as principais notícias do esporte Além do Fluminense, participam da audiência Flamengo, Botafogo, Cruzeiro, São Paulo, Corinthians, Ponte Preta, Vitória, Guarani e Portuguesa, além da CBF, do Comitê Olímpico do Brasil, dos ministérios da Fazenda e do Esporte, da Advocacia-Geral da União, da Procuradoria-Geral da República, de associações ligadas às apostas e de representantes de setores afetados pela proibição.