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"Hoje o Corinthians é um time que escolhe jogo", diz André Rizek O Corinthians apresentou, nesta segunda-feira, uma notícia-crime no 52º Distrito Policial de São Paulo pedindo a abertura de inquérito contra Adriano Monteiro Alves por fraude estruturada e tentativa de estelionato, envolvendo uso indevido do nome, da marca e da estrutura do clube. + Siga o canal ge Corinthians no WhatsApp No documento enviado ao delegado, ao qual o ge teve acesso, o clube alega que Adriano se utilizou da condição de membro da Comissão de Marketing do Conselho Deliberativo e do fato de ser irmão do ex-presidente Duilio Monteiro Alves para negociar contratos sem a autorização da diretoria. Mais notícias do Corinthians : + Timão vai pegar campeão de SC na Copa do Brasil + Paz admite conversas por Arthur Cabral 1 de 1
Parque São Jorge, sede do Corinthians — Foto: Yago Rudá Parque São Jorge, sede do Corinthians — Foto: Yago Rudá De acordo com a denúncia, Adriano teria costurado acordo de exclusividade com a Plug Financeira, válido por 36 meses, para integração do sistema de meio de pagamento no ecossistema digital de produtos e serviços ofertados no aplicativo "Universo SCCP", bem como todos os sistemas abrangidos pelos contratos operados pela Liga Tech (empresa responsável pela operação do sistema do Fiel Torcedor, o programa de venda de ingressos para jogos do Corinthians ). Para fechar o contrato, a empresa teria de desembolsar pagamento antecipado no valor de R$ 750 mil. O adiantamento, no entanto, teria de ser pago para a empresa Ervas da Amazônia Ltda, registrada no nome da advogada Aldilene Francisca de Moraes. Segundo a denúncia do Corinthians , os encontros de Adriano Monteiro Alves com os representantes da Plug Financeira teriam ocorrido no escritório de Aldilene. O Corinthians alega que tomou ciência da negociação quando um representante da Plug Financeira esteve recentemente no Parque São Jorge à procura do presidente Osmar Stabile para dar sequência à negociação e formalizar o acordo inicialmente costurado por Adriano. A diretoria diz ter sido pega de surpresa com os fatos narrados. Depois de colher as provas, o clube procurou a polícia pedindo a abertura de inquérito para investigação de possível crime de fraude estruturada e estelionato. A reportagem entrou em contato com Adriano Monteiro Alves por mensagem e por ligação telefônica, porém não foi atendida. Assim que o conselheiro se pronunciar, esta matéria será atualizada. O ge também procurou a empresa Ervas da Amazônia Ltda, mas não obteve sucesso. + Leia mais notícias do Corinthians 🎧 Ouça o podcast ge Corinthians🎧 + Assista: tudo sobre o Corinthians na Globo, sportv e ge 50 vídeos