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Análise dos Times

Motivo: Relato factual da passagem do jogador; sem tom favorável ou contrário ao clube.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Passagem descrita como ápice da carreira no Brasil, com título carioca invicto; tom levemente positivo.

Viés da Menção (Score: 0.2)

Motivo: Clube onde brilhou e virou titular absoluto; tom positivo sobre a fase, foco no jogador e não no clube.

Viés da Menção (Score: 0.1)

Motivo: Menção neutra e factual às duas temporadas do jogador no clube argentino.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Flamengo Palmeiras Boca Juniors Copa do Mundo Romário Copa América Diego Maradona Velez Sarsfield Seleção Argentina Alejandro Mancuso Ferro Carril Oeste Gustavo Marceillac

Conteúdo Original

Futebol Quem é Mancuso, acusado de venda de licenças de técnico falsas na Argentina Guilherme Padin Do UOL, em São Paulo 07/10/2026 05h30 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Mancuso e Maradona acompanham juntos treino da Argentina para a Copa Davis em 2008 Imagem: AFP/JUAN MABROMATA Apontado como o responsável no caso do golpe de vendas de licenças falsas para treinadores , publicado hoje pelo UOL Prime , Alejandro Mancuso não passou despercebido, em campo ou após a aposentadoria. Volante de marcação dura, o argentino foi chamado de "doido" ao trocar o Palmeiras pelo Flamengo durante suas passagens pelo Brasil, onde foi eleito por colegas da bola o jogador mais violento do país. Nascido em Ciudadela, na Grande Buenos Aires, em 1968, cresceu no Ferro Carril Oeste, brilhou no Vélez Sarsfield e chegou ao Boca Juniors em 1993, antes de ir para o Brasil, onde atuou por dois gigantes do futebol nacional. Estreou na seleção argentina em 1992 e integrou o elenco da Copa do Mundo de 1994. Sakamoto Fim da 6x1 revela projetos de Brasil de Lula e Flávio Josias de Souza Caiado formaliza apoio ao que 'rouba com mão direita' Daniela Lima Na mesma mesa de Flávio senta Pablo Marçal João Paulo Charleaux Temer indicou Moraes e agora está rifando ministro Sua grande parceria ocorreu fora dos gramados, com Diego Maradona. Amigo de longa data, Mancuso foi auxiliar técnico de Diego na seleção argentina na Copa de 2010. A relação acabaria logo depois do Mundial. A trajetória de Mancuso Ao lado de Marco Osio, o argentino Alejandro Mancuso em treino do Palmeiras na década de 90 Imagem: Folha Imagem Torcedor declarado do Vélez Sarsfield, Mancuso fez sua formação da base no rival Ferro Carril Oeste, onde estreou profissionalmente em 1988. No mesmo ano, transferiu-se para o Vélez, clube no qual se estabeleceu como volante e rapidamente virou titular absoluto, com companheiros de nomes expressivos, como Diego Simeone, por exemplo. As boas atuações pelo Vélez renderam a Mancuso a convocação para a seleção argentina em 1992. Pela Albiceleste, ficou marcado pelo gol no empate em 1 a 1 no clássico contra o Brasil, no amistoso da reestreia de Maradona, no Monumental de Nuñez, em 1993. Naquele ano, fez parte do grupo campeão da Copa América, o último título da seleção antes de uma seca de 28 anos. Após a passagem pelo Vélez, fechou com o Boca Juniors, onde ficaria duas temporadas até se transferir ao Palmeiras, em 1995, com a difícil missão de substituir Cesar Sampaio. No Alviverde, se destacou pela raça em partidas decisivas, e ganhou aqui o rótulo de jogador violento, reforçado por eleição da revista Placar depois de votação entre os próprios jogadores. Continua após a publicidade Porém, a trajetória dele no Brasil viveu o ápice no Flamengo em 1996, onde jogou com Romário, foi titular e conquistou o Campeonato Carioca de forma invicta. Ficou na Gávea até o ano seguinte, quando teve uma passagem sem brilho pelo Independiente. Na reta final da carreira, passou pelo Badajoz, da segunda divisão espanhola, o Santa Cruz, de Pernambuco, e Bella Vista, do Uruguai, onde encerrou a carreira em 2000. Pós-carreira, briga com Maradona e problemas com a lei Após a aposentadoria, trabalhou como empresário de atletas e, no ciclo de 2010, foi convidado pelo amigo Maradona para ser auxiliar técnico na Copa da África do Sul. Após o fracasso pela seleção, a amizade entre os dois se rompeu definitivamente após Diego o acusar de fazer negócios em seu nome e falsificar sua assinatura para fechar um contrato publicitário na China e ficar com o dinheiro. Mancuso o rebateu posteriormente, citando o vício do ex-amigo : "Quando Maradona disse que a droga o afetou em todos os lados menos na memória, eu posso dizer que aí foi onde mais forte o afetou." Continua após a publicidade Em 2019, seis anos após Maradona entrar com recurso sobre o caso, a Suprema Corte da Argentina rejeitou a petição do ex-jogador . Os membros entenderam, por unanimidade, que o recurso apresentado por Maradona era inadmissível porque a ação denunciada prescreveu. Cheques adulterados No ano passado, Mancuso foi acusado de estelionato por supostamente entregar cheques falsos que somam 2.485.000 pesos (28 mil dólares, em cálculos à época, segundo a imprensa argentina). O advogado das vítimas, Gustavo Marceillac, pediu que ele responda por "colocação em circulação de cheques falsificados em concurso ideal com estelionato". Segundo a investigação, em janeiro de 2021 as vítimas entregaram dinheiro em espécie a Mancuso, num "contrato verbal de mútuo", em troca de dois cheques pré-datados do Banco Comafi, no total de 715.000 pesos. Uma semana depois, repetiram a operação e receberam outros dois, atribuídos ao Instituto Nacional de Seguridade Social para Aposentados e Pensionistas, de 670.000 e 1.100.000 pesos. Nenhum foi pago. O do Banco Comafi voltou por "ordem de não pagamento com fundos disponíveis", e o outro foi recusado por "alteração". As perícias indicam que os cheques eram ao portador e endossados por Mancuso. O banco disse que os documentos são autênticos, mas se tratam de cheques comuns, o que impede identificar conta ou agência. Para Marceillac, o ex-jogador aproveitava a notoriedade e a exposição pública para enganar as pessoas. Em novembro passado, segundo o diário La Capital , de Mar del Plata, a Justiça considerou comprovada a acusação, levando o ex-jogador a juízo. "Tenho que assumir a responsabilidade, porque ninguém tem culpa de eu ter sido contratado por uma pessoa que nos deu cheques como pagamento e nunca os honrou", disse Mancuso ao jornal, à época. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Mancuso e o golpe das licenças de treinador CEO da OpenAI diz que mundo deve aceitar "coisas ruins". O que exatamente? Lula muda estratégia e manda avisar a Fachin que aumentará críticas ao STF Nobel de Química vai para pesquisas sobre 'versão espelhada' de moléculas Mancuso: briga com Maradona, licenças fake e a arte para te enrolar