O pentacampeão mundial Edmílson revelou em entrevista exclusiva que negociou licenças falsas de treinador com o argentino Alejandro Mancuso em 2024, mas desistiu do negócio antes de pagar. O ex-volante afirma que recebeu documentos falsificados em seu nome sem autorização e pretende acionar seu jurídico. O caso integra a apuração do UOL sobre a venda ilegal de diplomas da ATFA a ex-jogadores consagrados.
Reportagem analisa as possíveis punições do escândalo das licenças falsas de treinador no futebol, tanto na esfera esportiva quanto criminal. O argentino Alejandro Mancuso, articulador do golpe, pode responder por estelionato, falsificação de documentos e falsidade ideológica, com risco de prisão. Técnicos que usaram os documentos falsos, como Diego Souza, podem sofrer suspensões de 180 a 720 dias, multas e eliminação conforme o Código Brasileiro de Justiça Desportiva.
A coluna do UOL revela que a polícia argentina investigou a emissão de licenças falsas de técnico de futebol pela Associação de Técnicos do Futebol Argentino (ATFA), mas o inquérito foi encerrado por ausência de delito sem analisar Alejandro Mancuso. Seis credenciais suspeitas eram de Felipe Melo, Roberto Carlos, Roberto Assis, Diego Lugano, Paolo Guerrero e Dejan Petkovic, todos apontados como clientes de Mancuso. Enquanto a ATFA afirma que os documentos são falsos, Mancuso nega ter vendido licenças.
A reportagem explica por que treinadores e ex-jogadores brasileiros, como Rafael Guanaes (Mirassol) e Thiago Ribeiro (ex-Santos), optaram por tirar licenças de treinador na ATFA, associação argentina, em vez dos cursos da CBF Academy. Os motivos citados incluem flexibilidade, formato online, parcelamento e método acadêmico mais longo. O texto se contextualiza com o escândalo das licenças falsas negociadas por Alejandro Mancuso, do qual os entrevistados não participaram.
Reportagem revela esquema de venda de licenças falsas de treinador atribuídas à ATFA, operado pelo ex-jogador Alejandro Mancuso, que teria cobrado cerca de R$ 100 mil de astros do futebol brasileiro. Vários jogadores, como Thiago Silva, Roberto Carlos e Felipe Melo, adquiriram os certificados, que a entidade argentina afirma serem falsos. Mancuso nega a venda das licenças e diz apenas orientar os atletas.
O artigo traça o perfil de Alejandro Mancuso, ex-volante argentino que passou por Palmeiras e Flamengo e foi auxiliar de Maradona na Copa de 2010, hoje acusado de vender licenças falsas de treinador e de estelionato com cheques falsificados. O texto repassa sua carreira como jogador e os diversos episódios judiciais envolvendo o ex-atleta. A peça culmina com a decisão da Justiça argentina, em 2025, de levar Mancuso a juízo.
Investigação do UOL revela que jogadores como Thiago Silva, Felipe Melo, Paolo Guerrero, Roberto Carlos e Diego Lugano teriam pago até R$ 100 mil por licenças falsas de treinador atribuídas a Alejandro Mancuso. A ATFA nega ter autorizado a emissão dos documentos e afirma que são falsos, apontando irregularidades como QR Codes inválidos e assinaturas de dirigente já afastado. Mancuso nega ter vendido licenças falsas ou recebido dinheiro dos atletas.
A coluna investiga o esquema de fraude do ex-jogador argentino Alejandro Mancuso, que teria vendido licenças PRO de treinador falsas da ATFA por 100 mil reais a estrelas como Thiago Silva, Roberto Carlos e Felipe Melo. Apesar de áudios comprovando as ofertas, Mancuso nega o esquema e tenta manipular a entrevista com carisma e respostas evasivas. A própria ATFA confirma que os certificados não têm validade e que Mancuso jamais trabalhou para a entidade.
Alejandro Mancuso, ex-volante argentino que atuou por Palmeiras e Flamengo nos anos 1990, foi apontado como responsável por golpe de venda de licenças falsas de treinador na Argentina. O artigo traça um perfil do ex-atleta: revelado no Ferro Carril Oeste, brilhou no Vélez Sarsfield, passou pelo Boca Juniors e pelos dois gigantes brasileiros, ganhando fama de jogador violento no Brasil. O texto também narra o rompimento da amizade com Diego Maradona e outras acusações judiciais contra Mancuso, como o estelionato com cheques falsos.