O Corinthians trabalha com duas alternativas caso a Conmebol mantenha o veto ao reconhecimento da licença Uefa Pro do técnico Clarence Seedorf: matriculá-lo em um curso da CBF Academy para obter autorização provisória ou registrá-lo oficialmente como auxiliar de Léo Porto. Nenhuma das opções agrada o treinador, mas ele admite aceitar uma das soluções caso o clube não consiga reverter a decisão. Fontes ouvidas pelo UOL consideram difícil que a entidade sul-americana mude de posição.
A reportagem explica por que treinadores e ex-jogadores brasileiros, como Rafael Guanaes (Mirassol) e Thiago Ribeiro (ex-Santos), optaram por tirar licenças de treinador na ATFA, associação argentina, em vez dos cursos da CBF Academy. Os motivos citados incluem flexibilidade, formato online, parcelamento e método acadêmico mais longo. O texto se contextualiza com o escândalo das licenças falsas negociadas por Alejandro Mancuso, do qual os entrevistados não participaram.
A coluna de PVC discute o caso Mancuso e as fraudes de diplomas de técnicos para argumentar que a CBF Academy precisa popularizar e baratear a formação de treinadores no Brasil. O texto analisa por que ex-jogadores brasileiros buscam licenças na Argentina e observa que a formação do técnico brasileiro não é reconhecida pela elite europeia. O autor defende que a CBF retome o papel de maior polo de conhecimento de futebol das Américas e do Hemisfério Sul.