Diego Souza, ex-atacante e atual técnico do Joinville, foi suspenso por um ano pelo TJD-SC pelo uso de licença falsa de treinador. O jogador alega ter sido vítima de um golpe do ex-jogador Mancuso, apontado como pivô de um esquema de licenças falsas atribuído à ATFA, da Argentina. Diego Souza afirma que já avisou a CBF sobre a suspeita e pretende recorrer da decisão.
O técnico Diego Souza, do Joinville, será julgado pelo TJD-SC por uso de licença de treinador supostamente falsificada, podendo pegar de 180 a 720 dias de suspensão. A denúncia da Procuradoria da Justiça Desportiva catarinense se baseia em informações da ATFA e da Conmebol que apontam inconsistências no diploma apresentado. O treinador afirma ter sido vítima de golpe ao adquirir a licença por intermédio do ex-jogador Alejandro Mancuso.
Diego Souza, ex-atacante e atual técnico do Joinville, será julgado nesta terça-feira pelo Tribunal de Justiça Desportiva de Santa Catarina (TJD-SC) por uso de licença falsa para exercer a função de treinador. O caso é desdobramento do esquema de comercialização de licenças falsas da ATFA, envolvendo o ex-jogador argentino Alejandro Mancuso, e a CBF já cancelou o registro do treinador em outubro. Enquanto aguarda o julgamento, Diego segue trabalhando no Joinville, que está classificado para as semifinais da Copa Santa Catarina.
Investigação do UOL revela esquema do ex-jogador Alejandro Mancuso, que teria vendido licenças de técnico da ATFA (C, B, A e PRO) por cerca de R$ 100 mil a astros como Thiago Silva, Roberto Carlos, Felipe Melo, Alex e Petkovic, sem que fizessem o curso. A associação argentina afirma que os documentos são falsos, enquanto Mancuso nega a venda. O caso já resultou no cancelamento do registro de técnico de Diego Souza pela CBF.
Investigação da coluna do UOL revela que Alejandro Mancuso, ex-jogador argentino, vendia licenças falsas de treinador da ATFA por cerca de 20 mil dólares, recebendo pagamentos em conta nos EUA e via Pix com ajuda de um laranja no Brasil. Ex-jogadores consagrados como Thiago Silva, Roberto Carlos e Felipe Melo negociaram ou receberam os documentos. A ATFA afirma que a documentação é falsa e Mancuso nega a venda dos diplomas.
O pentacampeão mundial Edmílson revelou em entrevista exclusiva que negociou licenças falsas de treinador com o argentino Alejandro Mancuso em 2024, mas desistiu do negócio antes de pagar. O ex-volante afirma que recebeu documentos falsificados em seu nome sem autorização e pretende acionar seu jurídico. O caso integra a apuração do UOL sobre a venda ilegal de diplomas da ATFA a ex-jogadores consagrados.
Reportagem analisa as possíveis punições do escândalo das licenças falsas de treinador no futebol, tanto na esfera esportiva quanto criminal. O argentino Alejandro Mancuso, articulador do golpe, pode responder por estelionato, falsificação de documentos e falsidade ideológica, com risco de prisão. Técnicos que usaram os documentos falsos, como Diego Souza, podem sofrer suspensões de 180 a 720 dias, multas e eliminação conforme o Código Brasileiro de Justiça Desportiva.
O colunista Eduardo Tironi discute o esquema fraudulento de venda de licenças falsas de treinador da ATFA, negociadas pelo ex-volante Mancuso por até 20 mil dólares. Ex-jogadores brasileiros como Felipe Melo, Alex e Diego Souza adquiriram os diplomas falsos. Tironi reflete sobre uma aparente aversão dos brasileiros ao conhecimento, o que explicaria o desprezo por treinadores do país no mercado mundial.
A coluna do UOL revela que a polícia argentina investigou a emissão de licenças falsas de técnico de futebol pela Associação de Técnicos do Futebol Argentino (ATFA), mas o inquérito foi encerrado por ausência de delito sem analisar Alejandro Mancuso. Seis credenciais suspeitas eram de Felipe Melo, Roberto Carlos, Roberto Assis, Diego Lugano, Paolo Guerrero e Dejan Petkovic, todos apontados como clientes de Mancuso. Enquanto a ATFA afirma que os documentos são falsos, Mancuso nega ter vendido licenças.
A reportagem explica por que treinadores e ex-jogadores brasileiros, como Rafael Guanaes (Mirassol) e Thiago Ribeiro (ex-Santos), optaram por tirar licenças de treinador na ATFA, associação argentina, em vez dos cursos da CBF Academy. Os motivos citados incluem flexibilidade, formato online, parcelamento e método acadêmico mais longo. O texto se contextualiza com o escândalo das licenças falsas negociadas por Alejandro Mancuso, do qual os entrevistados não participaram.
Diego Souza, técnico do Joinville, teve seu registro cancelado no BID da CBF após denúncia de licença falsa obtida por meio de esquema de venda de diplomas atribuído ao argentino Alejandro Mancuso. O ex-atacante se diz vítima, acusa Mancuso de estelionato e afirma que vai se defender na Justiça. A CBF iniciou pente fino para identificar treinadores atuando com licenças argentinas irregulares.
Diego Souza, ex-jogador e atual treinador do Joinville, teve seu registro de técnico cancelado no BID da CBF após investigação sobre diplomas falsos de treinador. Mesmo sem poder assinar a súmula, ele continua comandando os treinos do time no dia a dia, com o auxiliar Rafael Bahia respondendo oficialmente pela equipe. O clube espera regularizar a situação do treinador até a próxima semana.
Diego Souza, técnico do Joinville, teve seu registro de treinador cancelado no BID da CBF após ser citado em investigação sobre golpe de venda de diplomas falsos de técnico ligado a Alejandro Mancuso. O ex-jogador afirma que não sabia que as licenças da ATFA eram falsificadas e que obteve o documento em 2023. A CBF encaminhou o caso para a Comissão de Ética e a CNRD, enquanto o Joinville investiga os procedimentos de registro do profissional.
Diego Souza, atual técnico do Joinville, teve seu registro de treinador cancelado no BID da CBF após denúncia de esquema de venda de diplomas falsos de licenças da ATFA argentina. O ex-atacante afirma que não sabia da falsificação e cita que adquiriu a documentação em 2023 de um ex-jogador argentino envolvido no esquema.
Por Pedro Ivo Almeida, com redação do ESPN.com.br em 2026-10-08
A CBF suspendeu o registro de técnico de Diego Souza, atual treinador do Joinville, após reportagem do UOL revelar esquema de licenças falsas ligado à Associação de Técnicos de Futebol da Argentina (ATFA). O clube também pode ser punido por não garantir a procedência da documentação. O caso será analisado pela Comissão de Ética da CBF.
A CBF iniciou um pente fino para identificar treinadores atuando no Brasil com licenças argentinas possivelmente falsas, emitidas pela ATFA. O caso veio à tona com reportagens do UOL envolvendo o esquema atribuído a Alejandro Mancuso. O técnico do Joinville, Diego Souza, teve sua inscrição no BID suspensa e o caso encaminhado à Comissão de Ética e à CNRD.
Reportagem revela que Felipe Melo comprou licenças de treinador da ATFA por meio do esquema do argentino Alejandro Mancuso, pagando licenças sem participação efetiva nos cursos. Diferente de outros clientes, ele desconfiou dos documentos recebidos e solicitou reembolso, que foi pago em setembro de 2025. O esquema foi revelado pelo UOL Prime e está ligado a uma investigação da polícia argentina sobre irregularidades na emissão das licenças.
O ex-atacante Diego Souza, atual técnico do Joinville, foi registrado no BID da CBF com licenças PRO da ATFA obtidas em esquema de venda de diplomas revelado pelo UOL. O jogador admite ter recebido a documentação de Alejandro Mancuso, ex-auxiliar de Maradona, citado como responsável pelo esquema, e diz ter acreditado na legitimidade das licenças. A ATFA informou que o nome de Diego não consta em seus registros e a CBF atribui aos clubes a responsabilidade de verificar a documentação.
A CBF cancelou o registro de treinador de Diego Souza, que atuava no Joinville com uma licença falsificada emitida supostamente pela ATFA. A entidade pediu à Conmebol maior rigor na fiscalização de diplomas de treinadores na América do Sul, diante de um esquema de venda de diplomas falsos envolvendo Alejandro Mancuso. O caso foi encaminhado à Comissão de Ética da CBF e à CNRD para apuração de responsabilidades.
O técnico Diego Souza teve seu registro no BID da CBF cancelado após denúncia de que obteve licença PRO falsa atribuída à ATFA argentina. O caso foi encaminhado à Comissão de Ética e à CNRD, e está ligado a um esquema de venda de diplomas denunciado por Alejandro Mancuso. Diego Souza nega ter falsificado documentos e afirma ter sido enganado por Mancuso.