A coluna de PVC discute o caso Mancuso e as fraudes de diplomas de técnicos para argumentar que a CBF Academy precisa popularizar e baratear a formação de treinadores no Brasil. O texto analisa por que ex-jogadores brasileiros buscam licenças na Argentina e observa que a formação do técnico brasileiro não é reconhecida pela elite europeia. O autor defende que a CBF retome o papel de maior polo de conhecimento de futebol das Américas e do Hemisfério Sul.
A vitória de Arthur Lira e a derrota de Renan Calheiros na eleição para o Senado por Alagoas impactam nomes da política ligados à CBF. Gustavo Feijó, diretor de seleções, integrou a chapa vencedora de Lira, enquanto Gustavo Dias Henrique, vice-presidente da CBF, apoiou Renan, que deixa o Congresso após 32 anos. A matéria aborda ainda a articulação do grupo político que levou Samir Xaud à presidência da confederação após a queda de Ednaldo Rodrigues.
O artigo revela os bastidores da negociação da CBF que, por meses, buscou Jorge Jesus para comandar a Seleção Brasileira antes de abandonar o plano e fechar com Carlo Ancelotti. A troca foi acelerada pelo desespero político de Ednaldo Rodrigues, pressionado pela Justiça do Rio de Janeiro e afastado da confederação apenas três dias após anunciar o técnico italiano. Enquanto Ancelotti teve o contrato renovado até 2030, Jesus assumiu Portugal e vive o dilema entre elogios ao trabalho e a polêmica do fim do ciclo de Cristiano Ronaldo.
A Nike mantém com a CBF o maior contrato da história da entidade, renovado até 2038 e avaliado em pelo menos US$ 1,044 bilhão, sendo peça central do equilíbrio financeiro do futebol brasileiro. Apesar da relevância financeira, a parceria enfrentou atritos recentes de imagem, como a polêmica da inscrição 'Vai, Brasa' no uniforme da seleção, que a CBF pediu para retirar. O texto também aponta que a seleção brasileira de Carlo Ancelotti não correspondeu em campo, caindo nas oitavas de final da Copa do Mundo para a Noruega.
Jorge Jesus revelou em sua coluna no Jornal Record que manteve conversas com a CBF para assumir a seleção brasileira, o que chegou a balançá-lo em janeiro de 2025. O treinador também mencionou contatos da Federação Saudita de Futebol e que o negócio com a seleção não se concretizou após a saída de Ednaldo Rodrigues da presidência da CBF. Jesus disse que se arrependeu de não ter aceitado o projeto do Brasil anteriormente.