A Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol (Anresf) publicou um Plano de Contas Padrão e um Modelo de Demonstrações Financeiras para os clubes sob fiscalização do órgão. O objetivo é padronizar a apresentação dos balanços financeiros, agilizar a fiscalização e permitir melhores comparações entre as equipes. A adoção do modelo é voluntária e deverá ser aplicado à demonstração financeira de 2026, a ser tornada pública até 30 de abril de 2027.
O São Paulo contestou na Justiça o processo movido por Júlio Casares, ex-presidente do clube, que busca anular sua expulsão por gestão temerária. O clube qualificou os argumentos do ex-dirigente como 'alucinações' e 'tentativa traiçoeira' de dividir a culpa com subordinados. Casares alega ser vítima de uma trama política e defende que os saques de R$ 11 milhões foram para pagamento de premiações por títulos.
A Agência Nacional de Sustentabilidade Financeira do Futebol, ligada à CBF, abriu um processo contra o Botafogo por descumprir as regras de prestação de contas do Fair Play financeiro. O clube, juntamente com o São Bernardo, não apresentou a documentação exigida dentro do prazo. Além disso, outros 11 clubes foram notificados por questões menores relacionadas à publicação de balanços.
O São Paulo iniciou 2026 com uma dívida de R$ 51,1 milhões em comissões a empresários e agentes por intermediação na aquisição de direitos federativos de atletas. Esse valor representa um aumento em relação aos R$ 42,4 milhões registrados em 2024 e está entre os motivos da rejeição da prestação de contas do clube.
A Justiça de São Paulo determinou que Dinorah Santana, ex-mulher e ex-procuradora de Daniel Alves, preste contas sobre a gestão de seu patrimônio entre 2013 e 2023. Daniel Alves alega que Dinorah desviou mais de R$ 20 milhões, enquanto a defesa dela nega as acusações, atribuindo a ação a uma retaliação por uma ação de pensão alimentícia.