O São Paulo contestou na Justiça o processo movido por Júlio Casares, ex-presidente do clube, que busca anular sua expulsão por gestão temerária. O clube qualificou os argumentos do ex-dirigente como 'alucinações' e 'tentativa traiçoeira' de dividir a culpa com subordinados. Casares alega ser vítima de uma trama política e defende que os saques de R$ 11 milhões foram para pagamento de premiações por títulos.
Por Bruno Giufrida, Eder Traskini e Ulisses Lopresti em 2026-09-29
Julio Casares, expulso do São Paulo em 10 de setembro, processou o clube alegando ter sido vítima de uma trama política. Ele pede a declaração de inexistência de gestão temerária, a anulação de responsabilidades pelas contas de 2021 a 2024 e sustenta que a devolução de valores do cartão corporativo configura boa-fé. A matéria detalha as acusações da Comissão de Ética, incluindo saques de R$ 11,05 milhões e gastos de R$ 1 milhão no cartão corporativo, e os argumentos da defesa do ex-presidente.
Julio Casares, ex-presidente do São Paulo entre 2021 e janeiro de 2026, acionou a Justiça para contestar as acusações que levaram à sua expulsão do quadro associativo do clube. Ele alega ter sido vítima de uma 'trama política' e pede o reconhecimento da inexistência de gestão temerária em seu mandato. O processo debate saques de R$ 11,05 milhões e gastos de cerca de R$ 1 milhão no cartão corporativo do clube.