O artigo discute como o feminicídio, a forma mais extrema de violência contra a mulher, tem suas raízes na linguagem e na objetificação que começam em falas cotidianas. A autora Milly Lacombe relata casos de violência e abusos, conectando-os a uma estrutura machista presente em diversas esferas da sociedade.
Walter Casagrande Jr. critica as falas machistas e misóginas de Zezé di Camargo em relação ao SBT e às filhas de Silvio Santos. O colunista argumenta que o cantor politizou o convite a Lula e Alexandre de Moraes, demonstrando preconceito contra mulheres poderosas e independentes.
O artigo destaca a importância do domingo para as mulheres, com a decisão do Campeonato Paulista de futebol feminino entre Palmeiras e Corinthians pela manhã e uma manifestação contra o feminicídio à tarde. A coluna aborda a partida, a cobertura televisiva e a relevância social do evento contra a violência.
O artigo, escrito por Juca Kfouri, aborda a necessidade urgente de combater o feminicídio no Brasil, denunciando a violência contra as mulheres. A coluna lista uma série de manifestações e protestos que ocorrerão em diversas cidades do país em dezembro, convocando a população a participar.
O jogo entre Flamengo e Ceará, realizado no Maracanã, foi palco de uma campanha de conscientização contra a violência à mulher. A iniciativa, que contou com a participação de funcionários do Flamengo e uma faixa com a mensagem "pelo fim da violência contra a mulher. O time é um só: toda a sociedade", busca alertar sobre o aumento preocupante de casos de feminicídio no país.
Corinthians e Botafogo, mesmo sendo adversários no Campeonato Brasileiro, unem forças em uma campanha de combate à violência contra a mulher e ao feminicídio. Os clubes estamparão em suas camisas mensagens de conscientização, incluindo números redesenhados de vítimas e a pergunta "Quem matou?" acompanhada de nomes de mulheres assassinadas.