O artigo discute como o esporte no Irã transcende a mera competição, tornando-se um palco para a disputa por direitos fundamentais, especialmente para as mulheres. A pressão internacional e a visibilidade midiática, incluindo prêmios como o Nobel, são apontadas como ferramentas cruciais para expor violações e combater o silenciamento imposto por regimes autoritários.
Uma nova política nos EUA exige que turistas forneçam histórico de redes sociais dos últimos cinco anos para entrar no país, ameaçando direitos humanos como liberdade de expressão e privacidade. Especialistas e organizações cobram reação da FIFA para garantir que os torcedores não precisem abrir mão de seus direitos básicos durante a Copa do Mundo de 2026.