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Análise dos Times

Palmeiras

Principal

Motivo: A matéria foca na trajetória de Abel Ferreira no Palmeiras, detalhando conquistas e a importância do clube para sua carreira, com a opinião da autora sendo influenciada por ser torcedora.

Viés da Menção (Score: 0.7)

Motivo: O Flamengo é mencionado tangencialmente como time pelo qual o filho da autora torce, sem um viés significativo na análise da matéria.

Viés da Menção (Score: 0.1)

Palavras-Chave

Entidades Principais

libertadores palmeiras abel ferreira copa do brasil flamengo brasileiro alicia klein red bull bragantino

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Abel Ferreira e eu, cinco anos depois Alicia Klein Colunista do UOL 05/11/2025 05h30 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Técnico Abel Ferreira comanda o Palmeiras contra o Red Bull Bragantino, em jogo da Copa do Brasil 2020 Imagem: Marcello Zambrana/AGIF Não, Abel e eu não formamos uma dupla, nem um time, não somos parentes. Nossas histórias, contudo, estão interligadas por um motivo singelo: estreamos em nossos trabalhos atuais exatamente no mesmo dia. Em 5 de novembro de 2020, eu publicava minha primeira coluna aqui no UOL e o português comandava sua primeira partida pelo Palmeiras, na vitória por 1 a 0 contra o Red Bull Bragantino, pela Copa do Brasil que ele viria a vencer meses depois. Eu voltava ao jornalismo depois de longos anos trabalhando com o lado de negócios do esporte, majoritariamente fora do Brasil. Tinha um filho de 1 ano, que vivia acoplado ao meu peito e acordava chorando de madrugada, enquanto eu gravava o Fim de Papo com José Trajano e Renato Mauricio Prado. Casagrande Falas de Leão e Oswaldo na CBF foram assustadoras Vinicius Torres Freire Crítica de Haddad ao BC não ajuda nem o governo Milly Lacombe Declaração de Ceni merece ter repercussão Mariliz Pereira Jorge Onde falta política pública, sobram milícia e tráfico Abel fazia seu primeiro grande trabalho como técnico. Como eu, duvidava que o novo desafio durasse mais do que três meses. Nem por isso deixou de entregar tudo. Logo em sua apresentação, ele declarou: "Não vim aqui para ter férias, vim aqui para trabalhar e ganhar com o clube. Vim para ajudar os jogadores a crescerem. É a minha missão." Em meio a uma pandemia global, quando 700 pessoas morriam diariamente de covid-19 só no Brasil, a gente vivia com medo e se agarrava a sonhos. No meu caso e de Abel, com determinação e temperamentos nada suaves. Cinco anos, centenas de textos e vídeos (vários sobre Abel), dez títulos e diversos recordes depois, cá estamos. Eu, aos 42, com uma nova carreira e um filho de 6 anos, completamente obcecado por futebol, torcedor de Palmeiras e Flamengo. Ele, aos 46, em busca da terceira Libertadores e do terceiro Brasileiro, com seu nome marcado para sempre na história do clube que meu avô abraçou quando chegou aqui da Alemanha fugindo da guerra, ainda menino. A vida tem dessas coisas, que não importam nada, mas importam muito. E que a gente espera que não acabem tão cedo. Siga Alicia Klein no Instagram Se inscreva no canal de Alicia Klein e Milly Lacombe no YouTube Assine a newsletter da Alicia Klein Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Alicia Klein por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Corinthians pede para Memphis deixar hotel que custa R$ 250 mil por mês Pedágio 'mais injusto do Brasil' tem cobrança de R$ 10 em estrada de terra A cozinha italiana é mentira como diz o livro? Fui a Veneza conferir Novo livro de Dan Brown deixa a dúvida: publis chegaram à literatura? Piauí é o estado mais quente e Santa Catarina, o mais frio; veja médias