A Confederação Asiática de Futebol (AFC) confirmou, em reunião em Tóquio, o apoio à reeleição de Gianni Infantino como presidente da Fifa, após divergências anteriores. O anúncio do xeque Salman bin Ebrahim al Khalifa ocorre meses depois de a AFC rejeitar, junto com Uefa e Concacaf, o plano de Infantino de abrir competições da Fifa a investidores privados. O texto detalha o cenário de apoios e críticas ao dirigente antes da eleição marcada para março.
A Confederação Asiática de Futebol (AFC) reverteu sua posição anterior e declarou apoio à reeleição de Gianni Infantino como presidente da Fifa nas eleições de 2027. A decisão, anunciada pelo presidente Sheikh Salman em reunião em Tóquio, ocorre após desentendimentos anteriores envolvendo críticas de AFC, Uefa e Concacaf à governança da Fifa. A Uefa, no entanto, ainda articula a saída de Infantino, que não tem adversário declarado para a eleição de março de 2027.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, teria recebido um pagamento adicional de US$ 1,72 milhão (R$ 8,6 milhões) relacionado à Copa do Mundo de 2026, que não foi divulgado no relatório anual da entidade. A informação, revelada pela ESPN com base em documentos fiscais americanos, pode configurar violação do estatuto da Fifa, que exige transparência sobre remunerações. A Fifa negou irregularidades e afirmou que suas contas são auditadas de forma independente.
A Federação Norueguesa de Futebol apresentou denúncias à FIFA contra o presidente Gianni Infantino, envolvendo o Prêmio da Paz entregue a Donald Trump, a suposta intervenção na suspensão do jogador Folarin Balogun e o projeto FIFA Forward Enterprise. As denúncias foram enviadas ao Comitê de Ética e ao Comitê de Governança, Auditoria e Compliance, com pedido de investigações independentes e rápidas. A tramitação ganha urgência pela proximidade da eleição presidencial da FIFA, marcada para março de 2027.
A Fifa acusou a Uefa de conduzir uma campanha de desinformação contra o presidente Gianni Infantino, em resposta a um pedido judicial da entidade europeia nos Estados Unidos. O conflito envolve uma queixa criminal na Suíça relacionada a um projeto abandonado de transferir os direitos comerciais da Copa do Mundo para a subsidiária Fifa Forward Enterprise. A Fifa também acusa a Uefa de tentar influenciar as eleições presidenciais da entidade, marcadas para o próximo ano, nas quais Infantino é o único candidato declarado.
A Fifa acusou a Uefa de orquestrar uma campanha de desinformação ao pedir acesso a documentos do projeto frustrado de venda de participações da Copa do Mundo a investidores privados, em carta enviada à Justiça da Flórida. O episódio intensifica a crise entre a Fifa e confederações como Uefa, Concacaf e AFC, que cobram reforma da governança da entidade. Infantino, único candidato à reeleição em 2027, abriu espaço para conversas sobre redistribuição de recursos.
A matéria explica por que a FIFA permitiu a participação de jogadores acusados de estupro na Copa do Mundo de 2026. A entidade adota uma postura de respeito aos processos judiciais nacionais, liberando atletas a menos que haja suspensão disciplinar ou impedimento legal. O artigo detalha os casos de jogadores de Cabo Verde, Japão, Marrocos e Gana.
Mehdi Taremi, estrela da seleção iraniana de futebol, criticou as restrições logísticas e de preparação impostas à equipe durante a Copa do Mundo de 2026. O jogador descreveu a situação como um "desastre", citando dificuldades com viagens, ausência de pessoal de apoio e problemas com vistos, que afetam o desempenho e aumentam o estresse dos atletas. Taremi apelou à FIFA por mais suporte.
A Copa do Mundo de 2026 expandirá para 48 seleções, prometendo um recorde absoluto de gols com 104 partidas. No entanto, o desafio de aumentar a média de gols por jogo, que tem se mantido estável nas últimas edições, persiste. A expectativa é que a disparidade técnica entre as novas equipes e as tradicionais possa impulsionar essa média, mas recordes históricos de alta média de gols são difíceis de serem superados.
A Fifa foi notificada pelas autoridades dos estados de Nova York e Nova Jersey, nos Estados Unidos, devido aos altos preços dos ingressos para a Copa do Mundo de 2026. As autoridades locais iniciarão uma investigação sobre a entidade por "falta de transparência e preços abusivos" na venda das entradas, motivadas por reclamações de torcedores.
Por Leonardo Lourenço e Raphael Zarko em 2026-05-26
Uma reunião entre o Ministério do Esporte, Fifa, Governo do Distrito Federal e administração do Estádio Nacional de Brasília aliviou as tensões sobre a sede da Copa do Mundo Feminina de 2027. A principal discórdia era a cessão de camarotes, mas um acordo parece próximo, com a expectativa de que Brasília receba até sete partidas do torneio.
A nova regra de hidratação, com pausas de três minutos em jogos da Copa do Mundo de 2026, está gerando debate sobre como ela transforma o futebol. Enquanto a FIFA alega preocupação com o bem-estar dos atletas devido ao calor, críticos apontam para uma 'americanização' do esporte e aumento do potencial comercial.
O presidente da Federação de Futebol do Irã, Mehdi Taj, expressou preocupação com a obtenção de vistos para sua delegação participar da Copa do Mundo. Ele anunciou uma reunião decisiva com a Fifa para buscar garantias, citando problemas na liberação de vistos para os Estados Unidos, Canadá e México.
A Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul (FFMS) planeja inaugurar seu Centro de Desenvolvimento de Futebol após a Copa do Mundo de 2026. A estrutura, construída com fundos do Legado da Copa de 2014, depende da liberação da CBF e da criação de filiais regionais para sua gestão. O centro oferecerá instalações para categorias de base, futebol feminino e capacitação de profissionais.
A Fifa agendou uma reunião com a Federação de Futebol do Irã em Zurique para discutir os preparativos para a Copa do Mundo. O encontro ocorre 20 dias antes do início do torneio, após a delegação iraniana ter sido a única ausente no Congresso da Fifa em Vancouver, devido a problemas com vistos para o Canadá. Há preocupações com a possibilidade de os EUA também negarem vistos a dirigentes iranianos.
O artigo critica a FIFA por priorizar o lucro em detrimento da saúde dos jogadores de futebol. O autor argumenta que o calendário excessivo de jogos leva a lesões graves, como as de Estêvão e Yamal, mas a entidade não se preocupa com os atletas, apenas com o dinheiro arrecadado com patrocínios. A matéria também menciona casos de exclusão de países e a influência de figuras políticas no esporte.
A Fifa alertou que a tarifa de transporte de mais de R$ 700 para jogos da Copa do Mundo em Nova Jersey, nos EUA, terá um efeito inibidor sobre os torcedores. A governadora do estado rebate, dizendo que a Fifa deve arcar com os custos de segurança, enquanto a organização afirma ser sem fins lucrativos e reinvestir receitas no futebol mundial.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, afirmou que a entidade não tem poder para resolver conflitos geopolíticos e reforçou que a Copa do Mundo de 2026 manterá o calendário previsto. A declaração surge em meio à tentativa do Irã de transferir seus jogos da primeira fase para fora dos Estados Unidos, uma das sedes.
O Irã solicitou à FIFA a permissão para realizar seus jogos da Copa do Mundo de 2026 no México, em vez dos Estados Unidos. No entanto, a entidade máxima do futebol mundial negou o pedido, afirmando que a agenda e os locais definidos no sorteio não serão alterados. As partidas do Irã estão programadas para acontecer em cidades americanas.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, defende a expulsão imediata de jogadores que cubram a boca durante discussões em campo, argumentando que tal gesto indica algo a esconder, possivelmente com conotação racista. Ele propõe que o Código Disciplinar da entidade seja endurecido, com sugestões de mudanças nas regras antes da Copa do Mundo.