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Análise dos Times

Fifa

Principal

Motivo: O artigo critica fortemente a FIFA, acusando-a de negligência com a saúde dos jogadores em prol do lucro financeiro, e a descreve como 'cartolas' e focada em 'dinheiro'.

Viés da Menção (Score: -0.9)

Motivo: O jogador é citado como exemplo de atleta lesionado devido ao calendário excessivo, mas não há um viés positivo ou negativo explícito em relação a ele.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Assim como Estêvão, Yamal é apresentado como um caso de lesão grave em decorrência do calendário, sem um viés específico para o jogador.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

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Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte A Fifa não liga para Estêvão e Yamal. Só para o dinheiro na conta! Walter Casagrande Jr. Colunista do UOL 24/04/2026 16h50 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Estevão pede atendimento após sentir incômodo na coxa na partida entre Chelsea e Manchester United pelo Campeonato Inglês 2025/2026 Imagem: John Walton/PA Images via Getty Images Estou acompanhando muitos jogadores importantes das seleções classificadas para a Copa do Mundo se machucando gravemente, com alguns já fora da competição e outros em dúvida se conseguirão ir. A parte psicológica influencia muito nessa questão, porque os jogadores estão entrando em campo com medo de se machucar, e isso faz perder o foco e fragiliza todos os movimentos do corpo. Além do cansaço do final da temporada na Europa, entra o receio de perder a principal competição de futebol, que é a Copa do Mundo. Todos os jogadores do planeta sonham um dia defender sua seleção em uma Copa. Mas o excesso de jogos, calendários exaustivos e diversas competições simultâneas, somados à intensidade, dinâmica e força física do futebol atual, fazem com que os jogadores cheguem ao final da temporada correndo riscos de contusões graves. Daniela Lima STF morde isca da direita e alimenta 'agenda ética' Casagrande A Fifa não liga para Estêvão e Yamal Josias de Souza Correios provam que inferno existe Ronilso Pacheco Resposta de Gilmar a Zema expõe preconceitos O alemão Serge Gnabry, do Bayern de Munique (lesão no adutor da coxa direita), o francês Hugo Ekitiké, do Liverpool (lesão do tendão de Aquiles), o brasileiro Rodrygo, do Real Madrid (ruptura do ligamento cruzado do joelho direito), o croata Gvardiol, do Manchester City (fratura na perna direita), Jack Grealish, do Everton (fratura no pé esquerdo), o argentino Cristian Romero, do Tottenham (ligamento cruzado do joelho direito), e tantos outros jogadores já estão fora da Copa do Mundo. Temos ainda os brasileiros Estêvão, do Chelsea, e Militão, do Real Madrid, junto com o espanhol Lamine Yamal, do Barcelona, com lesões musculares graves e riscos de não irem para a Copa. Detalhe: muitos deles jogaram aquele Mundial de Clubes no meio de 2025, portanto voltaram para a temporada 2025/26 com pouco tempo para treinamento. Os principais jogadores que atuam na Europa jogam, além dos campeonatos e copas continentais, as eliminatórias da Copa, eliminatórias da Euro, a Euro e a Liga das Nações. E a pergunta é: "Em quais momentos eles descansam de verdade e voltam para fazer uma preparação segura para jogar futebol sem riscos de contusões musculares?" A Fifa, a Uefa e todas as confederações são responsáveis pelo calendário desastroso que existe hoje em dia. E quando chega o ano da Copa, os jogadores ficam com medo de se contundir, e aí o risco aumenta. O jogador chega nas divididas ou dá uma arrancada para chegar na bola com a cabeça na defensiva, e é aí que a contusão aparece. Mas para a Fifa tanto faz quem vai para a Copa, porque os milhões ou bilhões eles ganham do mesmo jeito com os patrocinadores e financiadores desse evento. Já foi o tempo em que a Fifa precisava de ídolos para que a Copa fosse um sucesso de venda de patrocínios; hoje em dia, tanto faz. O Sr. Gianni Infantino não está nem aí para a integridade física dos jogadores de futebol. A conta bancária, o cofre da Fifa e, consequentemente, a sua própria conta são as coisas mais importantes. A Copa do Mundo está sendo destruída por esses cartolas, um evento vendido e que tem critérios para uns e outros para outros. A Rússia está proibida de disputar até as eliminatórias, mas Estados Unidos e Israel são totalmente imunes a qualquer represália. Continua após a publicidade Chegou-se ao absurdo de um emissário italiano chamado Paolo Zampoli, que faz parte do "clã Trumpista", ir até a Fifa pedir para colocarem a Itália no lugar do Irã, que por honestidade e ética os políticos italianos se colocaram contra essa ideia. Mas para uma pessoa machista, xenofóbica e muito misógina como essa "pessoa", tudo vale, até desrespeitar, ofender e desclassificar as mulheres brasileiras. Ele generalizou, viu! Para aqueles que vão aparecer aqui para defender essa figura nefasta, deixo claro que ele ofendeu as mães, as esposas, irmãs e filhas de todos nós. Enfim, os jogadores de futebol, que são os artistas do espetáculo, não têm mais a mesma importância para a Fifa como tinham antes. Em 1994, fizeram de tudo para que o Maradona disputasse a Copa lá nos Estados Unidos, porque era um momento sem grandes ídolos mundiais, e o maior de todos era o Diego. Se fosse hoje em dia, o Infantino nem ligaria se o Maradona ou o Pelé se machucassem e não fossem para a Copa, porque o importante para ele é outro jogador: "O DINHEIRO". Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Casagrande por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Prêmio da Quina acumula e vai a R$ 1,3 milhão; confira as dezenas Ex-The Voice Brasil pede ajuda nas redes para tratamento de câncer Barriga definida aos 60 anos: o que comer e fazer para manter os músculos Daniela Lima: STF morde isca da direita e alimenta 'agenda ética' Ídolo do Benfica, Luisão questiona punição em caso Vini: 'Recado perigoso'