O Ministério Público de São Paulo arquivou a investigação criminal sobre possíveis irregularidades na aprovação das contas do Corinthians referentes a 2025. A decisão aponta ausência de crime na conduta dos conselheiros fiscais, embora irregularidades administrativas ainda possam ser apuradas.
O Ministério Público arquivou a investigação criminal contra membros do Conselho Fiscal do Corinthians, que apurava possível crime de falsidade ideológica. A decisão se baseou na consulta feita pelos conselheiros ao presidente do Conselho de Orientação (Cori) sobre a participação de outro membro, o que afastou a intenção de cometer o crime.
O São Paulo Futebol Clube solicitou ao Ministério Público de São Paulo o arquivamento de um inquérito civil que investiga a gestão do clube. A justificativa é que o procedimento estaria sendo desvirtuado por petições sucessivas e desconectadas de seu objeto original, com um volume crescente de manifestações externas que levam à ampliação indevida do escopo da investigação. Paralelamente, a defesa de ex-presidentes também pede o arquivamento, alegando falta de elementos concretos e base em denúncias anônimas. Apesar dos pedidos, o Ministério Público indicou a continuidade do inquérito.
O Ministério Público de São Paulo arquivou um procedimento investigatório que apurava o suposto uso indevido de um cartão corporativo do Corinthians pelo ex-presidente Augusto Melo. A investigação concluiu que não foram encontradas compras ou despesas registradas no cartão vinculado à presidência durante a gestão de Melo, solicitando o arquivamento por ausência de indícios de uso indevido. No entanto, o MP ressalva que a decisão não abrange eventuais despesas feitas por meio de cartões adicionais, com uma apuração paralela para outros meios de pagamento ligados ao clube.