Por Diego Garcia e João Felippe França em 2026-11-04
O Ministério Público de São Paulo apresentou recurso à Justiça para derrubar a decisão que rejeitou a denúncia de apropriação indébita contra Osmar Stábile, presidente do Corinthians, no caso da empresa de segurança Bear Security. Em longa petição, o promotor Cássio Conserino criticou duramente a juíza responsável, afirmou que a Justiça 'rasgou o devido processo penal' e chamou as alegações do dirigente de mentirosas. O MP pede ressarcimento de R$ 721 mil, danos morais de R$ 540 mil e medidas cautelares contra o cartola.
O Tribunal de Justiça de São Paulo rejeitou a denúncia do Ministério Público contra Osmar Stábile, presidente do Corinthians, acusado de apropriação indébita na contratação da empresa Bear Security. A juíza concluiu que a acusação não reuniu elementos mínimos do crime e que a contratação seguiu os mecanismos internos do clube. Paralelamente, a Comissão de Ética do Corinthians avançou em procedimento que pode levar ao impeachment do dirigente.
Por Diego Garcia e João Felippe França em 2026-10-29
A Justiça de São Paulo rejeitou a denúncia do Ministério Público contra Osmar Stabile, presidente do Corinthians, no processo sobre a contratação da empresa de segurança Bear Security. A juíza apontou ausência de justa causa e de elementos concretos para caracterizar o crime de apropriação indébita, além de indeferir os pedidos de medidas cautelares pessoais e patrimoniais. A decisão destaca que os pagamentos seguiram controles internos e contavam com documentação fiscal adequada.
A Justiça de São Paulo rejeitou a denúncia do Ministério Público contra Osmar Stabile, presidente do Corinthians, por suposta apropriação indébita de cerca de R$ 721 mil. A juíza Daniela Cavallanti concluiu que a acusação não tinha elementos mínimos para sustentar a existência do crime e negou também os pedidos de medidas cautelares, como o afastamento do dirigente. A denúncia apontava que o clube teria custeado serviços de uma empresa de segurança utilizados pessoalmente pelo presidente e familiares.
A Comissão de Ética e Disciplina do Corinthians avançou com o procedimento administrativo que apura irregularidades na contratação das empresas de segurança Bear Security e Mega Assessoria durante a gestão de Osmar Stabile. O rito foi alterado para o previsto no Estatuto Social para casos de impeachment, com prazo de 10 dias para defesa do presidente. A decisão não significa condenação ou afastamento imediato, mas pode resultar na destituição do dirigente.
A Comissão de Ética do Corinthians converteu o processo administrativo que apura a contratação da empresa Bear Security em rito de destituição contra o presidente Osmar Stabile. O caso envolve alegações de uso de recursos do clube para custear segurança privada em benefício particular do dirigente, sem a autorização da Polícia Federal. Stabile também foi denunciado pelo Ministério Público de São Paulo por apropriação indébita continuada, com pedido de ressarcimento superior a R$ 1,2 milhão.
A Comissão de Ética e Disciplina do Corinthians converteu o processo disciplinar contra o presidente interino Osmar Stabile para o rito de destituição previsto no Estatuto Social do clube. O despacho aponta, em tese, suposto uso de serviços de segurança custeados pelo clube para interesses particulares, irregularidades em contratações e falta de autorização da Polícia Federal para a empresa Bear Security. Stabile terá dez dias para apresentar defesa, e a decisão não representa condenação nem afastamento automático.
Por Diego Garcia e João Felippe França em 2026-10-27
O departamento de compliance do Corinthians apontou cinco 'riscos significativos' na contratação da empresa Bear Security Ltda., contratada pelo presidente Osmar Stabile para segurança privada. O Ministério Público de São Paulo denunciou Stabile por apropriação indébita continuada, pedindo ressarcimento de R$ 721 mil ao clube. A defesa do dirigente alega que os gastos decorrem de ameaças reais e graves à integridade física dele e de seus familiares.
A Polícia Federal do Paraná constatou que o Grêmio contratou uma empresa clandestina de segurança patrimonial para atuar na partida contra o Coritiba, no Couto Pereira, pela 32ª rodada do Brasileirão. Como a empresa não possuía autorização para exercer a atividade, os responsáveis deverão responder a processo administrativo com possível multa e outras sanções. A matéria também menciona caso similar envolvendo o Corinthians e a empresa Bear Security, investigado pelo Ministério Público de São Paulo sob suspeita de desvio de recursos.
Por Diego Garcia e João Felippe França em 2026-10-26
Fabio Soares Souza, ex-diretor administrativo do Corinthians, prestou depoimento por escrito ao Ministério Público de São Paulo no caso da contratação da empresa Bear Security, que atuou como segurança particular do presidente Osmar Stabile. Ele acusou Stabile de tomar todas as decisões no clube de forma personalista e de tentar transferir a responsabilidade pelas escolhas da Presidência para outros diretores. Em desabafo pessoal, o ex-diretor relatou um 'assassinato de reputação' e descreveu um 'ambiente radioativo' nos bastidores do Parque São Jorge.
Por Gabriel Oliveira, Leonardo Lourenço e Vitor Chicarolli em 2026-09-24
A Polícia Federal realizou uma fiscalização no Parque São Jorge, sede social do Corinthians, para verificar a regularização da empresa de segurança privada que atua no local. Segundo o clube, trata-se de diligência padrão e a regularidade foi constatada. O artigo também contextualiza a denúncia do Ministério Público contra o presidente Osmar Stabile, envolvendo a empresa Bear Security.