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Futebol Corinthians: Justiça rejeita denúncia do MP contra Osmar Stabile Guilherme Padin e Fábio Lázaro Do UOL, em São Paulo 29/10/2026 13h51 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Presidente do Corinthians, Osmar Stabile tem a palavra final sobre operações financeiras Imagem: Ettore Chiereguini/AGIF A Justiça rejeitou a denúncia apresentada pelo Ministério Público de São Paulo contra Osmar Stabile , presidente do Corinthians, Osmar Stábile, por suposta apropriação indébita. A juíza Daniela Martins de Castro Mariani Cavallanti concluiu que a acusação não tinha elementos mínimos capazes de sustentar a existência do crime. Segundo a denúncia do MP, o dirigente teria usado cerca de R$ 721 mil do clube para custear serviços de uma empresa de segurança que era utilizada pessoalmente por ele e familiares. Para Cavallanti, a documentação reunida no processo aponta que a contratação passou por mecanismos internos do Corinthians, teve conhecimento do clube e resultou nos serviços contratados de forma efetiva. "Não há embasamento mínimo para se afirmar que houve incorporação patrimonial ou utilização clandestina de recursos da entidade por parte do presidente", escreveu a juíza. Balaio do Kotscho Fonteles vira nome forte para suceder Lula Milly Lacombe Só Fla e Palmeiras fora da convocação não faz sentido Casagrande Corinthians vive pior fase da sua história Mariana Sanches Governo Trump vive impasse sobre o Brasil Rejeitada a denúncia, a magistrada também negou os pedidos de medidas cautelares feitos pelo Ministério Público paulista, inclusive o afastamento da presidência e o bloqueio de bens. Motivo da acusação Segundo a acusação, a qual o UOL teve acesso, o MP apontou que a empresa Bear Security prestava serviços pessoais ao dirigente e, possivelmente, a familiares dele. De acordo com o promotor Cassio Roberto Conserino, os pagamentos ocorreram entre julho de 2025 e agosto de 2026 . O MP havia pedido à Justiça medidas cautelares que, se fossem aceitas, impediriam Stabile de exercer funções associativas e de representar o Corinthians. A denúncia apontou que o Corinthians teria desembolsado R$ 721.194,66 para a Bear Security no período investigado. O documento, o qual o UOL teve acesso, apresenta uma relação de pagamentos realizados entre 15 de julho de 2025 e 20 de agosto de 2026. De acordo com o Ministério Público, parte dos pagamentos feitos em 2026 chegou a R$ 65 mil por mês . A acusação afirma que os documentos reunidos na investigação comprovam a realização dos pagamentos e a contratação dos serviços. Continua após a publicidade Na denúncia, o MP pediu também a proibição de Stabile acessar as dependências do Corinthians , e que o dirigente fosse impedido de manter contato com testemunhas e dirigentes relacionados ao caso, além da suspensão de Stabile de qualquer função no clube. Segundo o MP, as medidas seriam necessárias diante de dados que indicariam risco de repetição das condutas investigadas e de interferência na produção de provas . A acusação afirmou que o cargo ocupado por Stabile poderia facilitar o acesso a informações e documentos relacionados ao caso. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora CBF aciona MP contra presidente da Gaviões após postagem sobre árbitros Alonso volta a questionar qualidade do grid atual da F1 e pilotos reagem Juliette e Kaique Cerveny realizam 2ª cerimônia de casamento no PE: 'Lindo' Mega-Sena acumula, e prêmio sobe para R$ 6 milhões; veja dezenas sorteadas Eleições em Israel terminam sem maioria e abrem disputa por coalizão