A Data FIFA de setembro/outubro, com 16 dias de duração, unificou duas janelas internacionais tradicionais e pode beneficiar os clubes brasileiros na recuperação física dos jogadores. A fisioterapeuta Júlia Werneck explica que o período permite descanso, fortalecimento e recuperação de lesões para atletas não convocados, enquanto os convocados exigem maior atenção no controle de carga no retorno. Na avaliação da especialista, os pontos positivos da pausa se sobressaem aos negativos se bem administrada pelos clubes.
A colunista Alicia Klein critica a ameaça de clubes de futebol de paralisar o Campeonato Brasileiro em resposta à restrição às casas de apostas (bets). O texto denuncia a hipocrisia dos dirigentes, que não suspenderam o torneio durante a pandemia nem nas enchentes no Rio Grande do Sul, mas reagem quando um patrocínio é atingido. A autora acusa os clubes de egoísmo, dívidas bilionárias e desconsideração pelo custo social de incentivar apostas.
Uma ala significativa dos clubes brasileiros decidiu não enviar representantes à reunião com o ministro do Esporte, Paulo Henrique Cordeiro, marcada para terça-feira (29) em Brasília, o que levou ao cancelamento do encontro. Dirigentes avaliam que participar poderia ser visto como apoio a uma agenda eleitoral, a seis dias da votação, e criticam a falta de diálogo antes da medida provisória que proibiu as bets. Apesar do afastamento, clubes como Corinthians, Internacional e Atlético-MG seguem negociando linha de crédito e descontos em dívidas para reduzir o impacto financeiro do fim das casas de apostas.
O artigo discute a reforma da Lei da SAF, especificamente a possibilidade de ligas de futebol serem constituídas como Sociedades Anônimas do Futebol (SAF). A inclusão dessa permissão, defendida por parlamentares e demandada pelo ambiente do futebol, visa fortalecer o cenário esportivo nacional através de uma organização mais empresarial e competitiva.
O artigo lista sete jogadores sul-americanos que estão em baixa na Europa e poderiam ser contratados por clubes brasileiros por empréstimo. A reportagem destaca atletas como Thiago Almada e Rodrigo Bentancur, analisando suas performances atuais e o potencial retorno ao continente.
O artigo critica a postura dos dirigentes de clubes brasileiros, que estariam mais preocupados com disputas internas e "piadinhas infantis" do que em discutir propostas sérias para o desenvolvimento do futebol nacional. Em contraste, a CBF apresenta sugestões construtivas, como padronização de gramados e melhoria da transmissão, inspiradas em ligas europeias.
Uma diretora da Conmebol expressou descontentamento com o domínio dos clubes brasileiros nas competições sul-americanas, prevendo um distanciamento ainda maior devido à adoção de SAFs (Sociedade Anônima do Futebol). Montserrat Jiménez alertou sobre os riscos e a dificuldade de fiscalização do financiamento multiclubes, especialmente quando originado de fontes externas ao futebol.
A CBF realizou uma imersão de dez dias na Europa, visitando ligas da Inglaterra, Alemanha e Espanha, com o objetivo de estreitar relações com clubes e federações brasileiras. O intercâmbio visou trocar experiências sobre fair-play financeiro, arbitragem e a unificação do debate para a criação de uma liga brasileira, abordando também a formação de árbitros e o uso de tecnologias.
O artigo lista sete jogadores de seleções 'alternativas' que poderiam ser boas contratações para clubes brasileiros em 2026. Os jogadores, vindos de mercados menos explorados, incluem atacantes, um zagueiro, um goleiro e um lateral, com destaques para suas experiências e potenciais.
A Federação Brasileira de Treinadores de Futebol (FBTF) repudiou as declarações de Oswaldo de Oliveira contra treinadores estrangeiros, considerando-as inaceitáveis e ofensivas. A entidade pediu desculpas ao técnico da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti, e à CBF, defendendo o profissionalismo e o respeito na categoria.
O artigo analisa as convocações e decisões do técnico Carlo Ancelotti para a Seleção Brasileira. O autor destaca a convocação de Fabrício Bruno como um acerto, mas critica a maneira como a Seleção afeta os clubes no Brasileirão e a seleção de jogadores que não vivem boa fase.