A Fifa prepara uma proposta de fundo de US$ 6,35 bilhões (cerca de R$ 33 bilhões) para desenvolvimento do futebol entre 2027 e 2030, incluindo US$ 25 milhões (R$ 126 milhões) para cada federação nacional. O plano, impulsionado pelo sucesso financeiro da Copa do Mundo de 48 seleções, ainda depende de aprovação do Conselho e do Congresso da entidade. A notícia surge em meio a movimentações da Uefa contra a reeleição de Gianni Infantino e revelações sobre remuneração não divulgada recebida pelo presidente.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, participa de reunião do Conselho em Zurique fortalecido após crise que quase lhe custou o cargo. O encontro deve discutir distribuição de recursos às federações, propostas de reforma na governança e eventuais desafios de Uefa e Concacaf, que não apresentaram candidato alternativo. Infantino mantém caminho livre para reeleição em 2027, com prazo final de candidaturas em 18 de novembro.
A Fifa vai propor um plano de US$ 6 bilhões (R$ 30,16 bilhões) para o desenvolvimento do futebol no quadriênio 2027-2030, com R$ 125,6 milhões destinados a cada federação filiada. Cerca de metade do valor virá das reservas da entidade, que superaram expectativas após a Copa do Mundo de 2026, que rendeu US$ 15 bilhões. O plano, que agrada opositores como Ceferin e Montagliani, será apresentado ao Conselho e formalizado no Congresso em março, quando ocorrerá a eleição presidencial da Fifa.
Aleksander Ceferin anunciou sua candidatura à reeleição para um último mandato de quatro anos como presidente da Uefa, revertendo decisão anterior de não concorrer. O anúncio foi feito durante reunião das 55 federações europeias em Berlim, após apoio unânime das federações nacionais. A eleição está prevista para abril de 2027 em Astana, no Cazaquistão, e a Uefa também debateu sua oposição à gestão de Gianni Infantino na Fifa.
A Confederação Africana de Futebol (CAF), por meio de seu presidente Patrice Motsepe, declarou apoio incondicional e unânime à reeleição de Gianni Infantino na presidência da Fifa. O gesto ocorre em meio a críticas ao dirigente na Europa, onde a Uefa articula oposição, mas ainda sem apresentar um candidato rival. A eleição está marcada para 18 de março de 2027, em Rabat, no Marrocos.
Ramon Vega, ex-zagueiro do Tottenham e da seleção suíça, anunciou sua candidatura à presidência da Fifa, desafiando Gianni Infantino na eleição de março. Vega é o primeiro candidato a declarar publicamente a intenção de disputar o cargo, em um cenário de crescente oposição ao atual presidente. Diversas federações nacionais, incluindo a suíça, já retiraram apoio à reeleição de Infantino.
O ex-jogador suíço Ramon Vega anunciou sua intenção de se candidatar à presidência da Fifa, desafiando Gianni Infantino, questionado pelo projeto fracassado de abertura da entidade a investidores privados. Vega, que já havia tentado candidatura em 2022, avalia que as federações estão mais abertas a mudanças. Infantino, no cargo desde 2016, segue como favorito para as eleições de 18 de março de 2027, em Rabat, no Marrocos.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, sinalizou apoio a repasses financeiros adicionais às 211 federações-membro, tema que será avaliado pelo Conselho da entidade em 15 de outubro. Em carta enviada às seis confederações continentais, ele defendeu o maior nível possível de recursos adicionais distribuído de forma responsável. A declaração ocorre após críticas à sua proposta abandonada de abrir as competições da Fifa a investidores privados, em meio à corrida pela sua reeleição.
A Fifa anunciou um aumento significativo nas premiações financeiras para a Copa do Mundo de 2026, elevando o total para US$ 871 milhões. Essa decisão surge após preocupações de federações-membro sobre os custos de participação, levando a um aumento na verba destinada à preparação e ao pagamento de classificação para as seleções. O presidente da Fifa, Gianni Infantino, destacou a solidez financeira da entidade e o reinvestimento dos recursos no futebol.
Por Fagner Oliveira, Flávio Santos e Pedro Lima em 2026-04-17
O presidente da CBF, Samir Xaud, esteve em Cuiabá para uma visita institucional, onde acompanhou o jogo entre Brasil e Canadá pelo Fifa Series. Durante sua passagem, ele reforçou o compromisso da gestão em aproximar a CBF das federações e clubes, destacando a importância do futebol feminino e a confiança na seleção masculina para a próxima Copa do Mundo.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) apresentou novas regras para a Copa do Brasil, que podem impactar o futebol capixaba. A partir de 2027, a terceira vaga do Espírito Santo na competição poderá ser destinada a copas estaduais, em vez de apenas ao Campeonato Capixaba. Atualmente, a vaga é destinada ao terceiro colocado do estadual, mas essa definição pode mudar nos próximos anos.
A CBF definiu novos critérios para a indicação de clubes à Copa do Brasil de 2027 e 2028. A principal alteração permite que federações com até três vagas destinem uma delas para torneios seletivos, democratizando o acesso à competição.
A matéria analisa a estratégia de algumas federações estaduais de futebol em agendar clássicos regionais pouco antes da primeira rodada do Campeonato Brasileiro. O objetivo seria pressionar os clubes grandes, impedindo que eles poupem seus jogadores em preparação para a competição nacional.
O artigo critica a submissão dos clubes brasileiros às federações estaduais, argumentando que os campeonatos estaduais anacrônicos prejudicam a preparação dos times grandes para competições mais importantes. Essa estrutura acarreta desperdício de esforços, risco de lesões e crises desnecessárias, desviando o foco dos objetivos principais.
A CBF realizou uma imersão de dez dias na Europa, visitando ligas da Inglaterra, Alemanha e Espanha, com o objetivo de estreitar relações com clubes e federações brasileiras. O intercâmbio visou trocar experiências sobre fair-play financeiro, arbitragem e a unificação do debate para a criação de uma liga brasileira, abordando também a formação de árbitros e o uso de tecnologias.
A arbitragem no futebol brasileiro enfrenta sérios problemas de formação precária, instabilidade profissional e ingerência das federações. Pesquisas apontam alta rejeição da opinião pública à atuação dos árbitros, com deficiências em critérios, preparo técnico e transparência, além de favoritismo a clubes. A CBF cancelou um centro de treinamento e agora busca capacitar árbitros até 2026, enquanto estudos acadêmicos evidenciam a falta de suporte, dupla jornada e vulnerabilidade à violência e problemas de saúde mental, especialmente para profissionais negros.
A CBF divulgou o Ranking Nacional de Clubes (RNC) e o Ranking Nacional das Federações (RNF) para 2026. O Flamengo lidera o ranking de clubes pelo sexto ano consecutivo, seguido pelo Corinthians, que subiu para a vice-liderança. O ranking leva em conta a pontuação por Convenção de Pontos e participação em competições.
Por Camila Alves, Cíntia Barlem, Danny Paiva, Ingrid Gonzaga e Tayna Fiori em 2025-12-09
O artigo investiga as condições do futebol feminino no Brasil, um ano e meio antes da Copa do Mundo de 2027. Ele revela amadorismo, falta de auxílio financeiro e estruturas precárias em campeonatos estaduais organizados pelas federações das oito cidades-sede. Problemas como ausência de ambulâncias, médicos e premiações, além da baixa quantidade de equipes em algumas competições, são detalhados.
Cinco presidentes de federações estaduais de futebol criticam uma liga de clubes em um artigo publicado no portal Metrópoles. O colunista Juca Kfouri analisa o texto, apontando ironia e falsidade nos argumentos apresentados, além de questionar a motivação dos signatários.
O Amapá se posicionou em 22º lugar no Ranking Nacional de Clubes e Federações do Futebol Feminino para 2026, divulgado pela CBF. Apesar da posição geral, o estado é a quinta melhor federação da região Norte e seu clube, o Ypiranga, se destaca na 47ª posição nacional, à frente de equipes tradicionais.