As chances de reeleição de Gianni Infantino à presidência da Fifa foram fortalecidas após o apoio público da Confederação Asiática de Futebol, declarado por Sheikh Salman bin Ibrahim Al Khalifa em Tóquio. O movimento isola a Uefa como principal núcleo de oposição e reduz o espaço para um adversário competitivo na eleição prevista para março. O contexto envolve a polêmica do projeto FIFA Forward Enterprise, abandonado por Infantino após críticas de Ceferin e Montagliani.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, participa de reunião do Conselho em Zurique fortalecido após crise que quase lhe custou o cargo. O encontro deve discutir distribuição de recursos às federações, propostas de reforma na governança e eventuais desafios de Uefa e Concacaf, que não apresentaram candidato alternativo. Infantino mantém caminho livre para reeleição em 2027, com prazo final de candidaturas em 18 de novembro.
Aleksander Ceferin anunciou sua candidatura à reeleição para um último mandato de quatro anos como presidente da Uefa, revertendo decisão anterior de não concorrer. O anúncio foi feito durante reunião das 55 federações europeias em Berlim, após apoio unânime das federações nacionais. A eleição está prevista para abril de 2027 em Astana, no Cazaquistão, e a Uefa também debateu sua oposição à gestão de Gianni Infantino na Fifa.
A cinco meses do Congresso eletivo da Fifa, a Uefa e Aleksander Ceferin ainda não encontraram um candidato para enfrentar Gianni Infantino na disputa pela reeleição. Nomes como Victor Montagliani, Nasser Al-Khelaïfi e Salman bin-Ebrahim al-Khalifa foram avaliados, mas nenhuma candidatura avançou. Em paralelo, a Ueva avalia ações judiciais contra o projeto FFE de Infantino, que segue fortalecendo apoio entre as federações.
A Fifa denunciou judicialmente a Uefa, acusando-a de 'campanha de desinformação' contra o presidente Gianni Infantino, em disputa envolvendo documentos judiciais na Flórida e acessos ao projeto abandonado de venda de participações da Copa do Mundo. Na resposta, Aleksander Ceferin criticou publicamente Infantino afirmando que 'o futebol não precisa de imperadores'. A tensão evidencia uma guerra institucional que se reflete nas futuras eleições presidenciais da Fifa.
O presidente da Uefa, Aleksander Ceferin, criticou duramente Gianni Infantino durante a assembleia geral da Associação Europeia de Clubes (EFC), em Copenhague. Ceferin rejeitou o projeto do chefe da Fifa de abrir a entidade a investidores privados e declarou que 'o futebol não precisa de imperadores'. A Uefa já havia apresentado, no final de agosto, uma denúncia por 'gestão desleal' contra Infantino.
O presidente da Uefa, Aleksander Ceferin, criticou duramente Gianni Infantino durante a assembleia geral da Associação Européia de Clubes, em Copenhague, chamando-o de "imperador" e afirmando que "o futebol não precisa de imperadores". O ataque relaciona-se ao projeto fracassado de abrir a Fifa a investidores privados. Além disso, lembrou a denúncia por gestão desleal apresentada pela própria Uefa contra Infantino.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, determinou uma avaliação de propostas para distribuir mais recursos às associações nacionais, após pressão de Uefa e Concacaf pelo repasse de US$ 2,1 bilhões das reservas da entidade. A avaliação será apresentada ao Conselho da Fifa em 15 de outubro, e qualquer verba adicional dependerá de análises financeiras e aprovação formal. O contexto inclui a retirada do projeto FIFA Forward Enterprise, abandonado em julho após oposição de confederações.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, sinalizou apoio a repasses financeiros adicionais às 211 federações-membro, tema que será avaliado pelo Conselho da entidade em 15 de outubro. Em carta enviada às seis confederações continentais, ele defendeu o maior nível possível de recursos adicionais distribuído de forma responsável. A declaração ocorre após críticas à sua proposta abandonada de abrir as competições da Fifa a investidores privados, em meio à corrida pela sua reeleição.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, anunciou a distribuição de parte das reservas da entidade às confederações continentais, atendendo a sugestão de Uefa, Concacaf e AFC. A decisão busca apaziguar tensões políticas ligadas à possível reeleição de Infantino e surge como alternativa ao plano de venda de 20% das ações da subsidiária da Fifa. O Conselho da entidade avaliará os detalhes da proposta em reunião marcada para 15 de outubro.
A Uefa não se oporá à proposta da Fifa de expandir o Mundial de Clubes para 48 participantes, com a entidade máxima do futebol europeu demonstrando maior flexibilidade. Essa aproximação entre os presidentes das duas organizações pode indicar uma relação mais próxima entre Infantino e Ceferin, apesar de tensões passadas.