O artigo lista e analisa seleções que têm potencial para surpreender na Copa do Mundo de 2026, fugindo do status de favoritos tradicionais. São apresentados destaques da América do Sul, Europa, África e Ásia, além do fator casa dos anfitriões.
O Palmeiras foi representado por dois de seus jogadores, Gustavo Gómez e Flaco López, na seleção do ano do prêmio Rei da América, concedido pelo jornal uruguaio El País. Apesar de um ano com reveses para o clube, ambos se destacaram individualmente em suas posições.
Giorgian de Arrascaeta, meia do Flamengo, foi eleito o novo "Rei da América" na 40ª edição da tradicional enquete "América responde a El País". O uruguaio obteve 62,8% dos votos, superando Lionel Messi, e a eleição registrou recorde de participação. A enquete também definiu a seleção ideal do continente, com destaque para jogadores de Flamengo e Palmeiras.
O jornal uruguaio 'El País' divulgou a lista de 14 indicados ao prêmio de Rei da América 2025. Flamengo e Palmeiras têm representantes entre os favoritos, incluindo Arrascaeta e Vitor Roque. A premiação destaca os melhores jogadores do continente, com o Brasil dominando os últimos vencedores.
O Flamengo atualizou os painéis de títulos em seu centro de treinamento, o Ninho do Urubu, para incluir a conquista inédita do tetracampeonato da Libertadores. A novidade foi percebida pelos jogadores na reapresentação do elenco e exibida nas redes sociais. Os painéis agora destacam 62 títulos oficiais do clube, com o tetra da Libertadores posicionando o Flamengo atrás apenas de outros três clubes sul-americanos em número de conquistas continentais.
O Flamengo conquistou seu tetracampeonato da Libertadores ao vencer o Palmeiras por 1 a 0 em Lima, em uma partida onde demonstrou superioridade tática e controle do jogo. O gol decisivo foi marcado por Danilo após escanteio cobrado por Arrascaeta, selando a redenção após a derrota de 2021.
A final da Libertadores entre Palmeiras e Flamengo é apresentada como um confronto de grande magnitude, apesar de não ser considerada a "maior da história". A partida reúne os elencos mais fortes e vencedores do continente, alimentando uma rivalidade crescente que se estende para os âmbitos esportivo, financeiro e político.
A colunista Milly Lacombe critica a proposta da Conmebol de realizar a final da Libertadores em outros continentes, argumentando que isso desrespeita a história do torneio e afasta o torcedor comum. Ela sugere que a entidade deveria investir em melhorias internas em vez de buscar a aproximação com interesses estrangeiros em nome do dinheiro.