O artigo critica a postura do presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Batista (Bap), por expressar admiração excessiva por clubes europeus e se comparar à exploração colonial. A autora argumenta que o Flamengo, como instituição brasileira rica e bem-sucedida, deveria exaltar sua própria grandeza em vez de buscar validação europeia.
A colunista Milly Lacombe critica a proposta da Conmebol de realizar a final da Libertadores em outros continentes, argumentando que isso desrespeita a história do torneio e afasta o torcedor comum. Ela sugere que a entidade deveria investir em melhorias internas em vez de buscar a aproximação com interesses estrangeiros em nome do dinheiro.