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Análise dos Times

Motivo: Mencionado em um contexto de exemplo de final em continente europeu, sem juízo de valor direto.

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Motivo: Mencionado em um contexto de exemplo de final em continente europeu, sem juízo de valor direto.

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Motivo: Aparece em uma legenda de foto, sem influência na argumentação do texto.

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Palavras-Chave

Entidades Principais

Abel Ferreira Copa Libertadores Conmebol River Boca Juan Emilio Roa Milly Lacombe

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Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Conmebol devia mudar o nome da Copa Libertadores para Copa Colonizadores Milly Lacombe Colunista do UOL 05/11/2025 14h19 Deixe seu comentário El Cilindro recebeu show de luzes antes de Racing x Flamengo pela Libertadores Imagem: LUIS ROBAYO / AFP Carregando player de áudio Ler resumo da notícia A notícia: A Conmebol considera realizar a final da Libertadores em outros continentes : Segundo Juan Emilio Roa, diretor comercial da Conmebol, trata-se de uma estratégia para internacionalizar o torneio e aumentar o interesse global pela competição. A afronta: Camila Maia Brasil finge não ver risco do excesso de energia solar Wálter Maierovitch Dick Cheney inspira política de Castro no Rio de Janeiro Daniela Lima Governo do RJ dispensou perícia da PF em corpos Alicia Klein Abel Ferreira e eu, cinco anos depois O nome da competição é uma homenagem às lutas por emancipação de um continente explorado e saqueado durante 400 anos. Realizar uma final no hemisfério norte seria desconhecer a história e se curvar ao colonialismo. A final única já tira do torcedor de baixa renda, a cada ano mais alienado do esporte que ele ama e sustenta, a possibilidade de fazer parte do evento. Uma final única além-mar seria a punhalada mais forte até hoje já dada na torcida. Boca e River já tiveram que se submeter a uma final jogada em continente europeu, em atitude de completo entreguismo moral. Aumentou o interesse pela competição? Não. Afastou ela de seus donos legítimos. Quer aumentar o interesse pela competição? Invista em segurança, em arbitragem, em gramados, em valores latino-americanos. A cafonice Quanto mais se aproxima dos costumes e valores europeus, mais cafona a competição fica. O presidente, que já foi flagrado cometendo declarações racistas, parece bastante disposto a fazer pactos com interesses conflitantes com o nome e as características desse torneio. Em nome do "business". Em nome do dinheiro. Em nome da aproximação com entidades mais ricas e poderosas. Uma lástima. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Milly Lacombe por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora PCC construiu distribuidora para adulterar combustíveis no Norte e Nordeste Arrancar a pele: entenda transtorno da filha de Demi Moore e Bruce Willis 'Treta': quem é o filho de Junno Andrade que não fala com o pai há 5 anos Robinho faz 11 cursos na prisão de Tremembé e consegue reduzir sua pena Wegovy em comprimido resulta em perda de peso igual à versão injetável