A partida entre Uberlândia e Mamoré, pelas semifinais da segunda divisão do Campeonato Mineiro Sub-20, terminou com 51 expulsões, superando o recorde de 36 cartões vermelhos registrado pelo Guinness World Records. A briga generalizada começou nos acréscimos, após um jogador do Mamoré provocar o banco de reservas do Uberlândia. Além disso, dirigentes do clube mandante foram acusados de invadir o campo e ameaçar a equipe de arbitragem.
O jogo entre Uberlândia e Mamoré, válido pela semifinal da 2ª divisão do Campeonato Mineiro sub-20, terminou com 51 expulsões após briga generalizada entre jogadores e comissões técnicas. Dirigentes do Uberlândia invadiram o campo e ameaçaram o árbitro Fernando Patrick Modesto, incluindo ameaças de morte relatadas na súmula. O Mamoré venceu por 3 a 1 e o jogo chegou a ficar 40 minutos paralisado.
Partida entre Uberlândia e Mamoré pelo Módulo 2 do Campeonato Mineiro Sub-20 terminou com 51 expulsões após briga generalizada nos acréscimos, superando o recorde do Guiness Book de 36 expulsos. O Mamoré venceu por 3 a 1 e a confusão começou com provocações na comemoração de um gol. O árbitro também registrou ameaças de dirigentes do Uberlândia contra a arbitragem e depredação do vestiário.
Por Geovanni Henrique e João Fagiolo em 2026-10-25
A súmula do árbitro confirmou a expulsão de 13 jogadores após briga generalizada no encerramento da final da Série C entre Ferroviária e Maringá, na Arena Fonte Luminosa. Sete atletas do time paranaense e seis da equipe paulista receberam cartão vermelho pelo tumulto com socos e pontapés. Na partida em si, o Maringá venceu por 2 a 1 e conquistou o título inédito da Série C, garantindo vaga na Copa do Brasil de 2027.
O Corinthians foi denunciado ao STJD por dois episódios ocorridos no empate em 1 a 1 com o Vitória, pela 31ª rodada do Campeonato Brasileiro: atraso na entrada em campo e arremesso de copo com pipocas da torcida. O julgamento está marcado para a quinta-feira seguinte. A matéria também detalha a crise do time no Brasileirão, com oito derrotas nos últimos nove jogos e pressão na luta contra o rebaixamento.
O zagueiro Ruan Tressoldi, do Atlético-MG, será julgado pelo STJD por empurrar Gabigol após o apito final da vitória atleticana sobre o Santos, pelo Campeonato Brasileiro. O conflito ocorreu porque Gabigol chutou a bandeirinha de escanteio, que exibe o escudo do Galo, durante a comemoração do seu gol. O atacante santista recebeu cartão amarelo por desrespeito ao jogo e também discutiu com integrantes do estafe do Atlético-MG.
O árbitro Anderson Daronco justificou na súmula do empate entre Santos e Flamengo a expulsão de Jorginho, por tocar a bola com a mão e impedir oportunidade clara de gol, após revisão do VAR. A súmula também registrou o protesto rubro-negro contra a proibição das bets, estampado na camisa do Flamengo. Com o resultado, o Flamengo segue líder do Brasileirão com 61 pontos, um à frente do Palmeiras, enquanto o Santos está na oitava posição.
O lateral direito Wallison, do Avaí, denunciou ter sofrido uma suposta ofensa racista durante a partida contra o Ceará, pela 31ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. Segundo o jogador, o meia Matheus Araújo, do Ceará, o chamou de 'macaco', fato que foi registrado em súmula pelo árbitro Alex Gomes Stefano. O Avaí se posicionou oficialmente em apoio ao atleta, que afirmou que não ficará em silêncio e buscará responsabilização pelo ocorrido.
O lateral Wallison, do Avaí, acusou o meia Matheus Araújo, do Ceará, de chamá-lo de 'macaco' durante partida válida pela 31ª rodada da Série B, na Ressacada. O jogador publicou carta nas redes sociais afirmando que o rival não ficará impune pelo ato racista. Os clubes divulgaram notas: o Avaí repudiou o racismo, enquanto o Ceará defendeu seu jogador, que nega a acusação.
O Avaí divulgou nota oficial repudiando supostas falas racistas de Matheus, do Ceará, contra o atleta Wallison, registradas na súmula da partida válida pela 31ª rodada da Série B do Brasileirão. O caso ocorreu na Ressacada, na derrota do Avaí por 1 a 0, e não foi presenciado pela arbitragem ou por outros atletas. O Ceará rechaçou a acusação, afirmou confiar na versão do jogador e disse que acompanhará a apuração.
A partida entre Avaí e Ceará pela 31ª rodada da Série B, vencida pelo Ceará, foi marcada por uma acusação de racismo. O lateral Wallison, do Avaí, acusou o meia Matheus Araújo, do Ceará, de tê-lo chamado de 'macaco', fato registrado na súmula pelo árbitro Alex Gomes Stefano, que declarou não ter presenciado a ocorrência. O Ceará emitiu nota oficial negando a acusação e declarando apoio ao seu atleta.
Uma súmula de jogo rebate a versão do auxiliar técnico César Sampaio e aponta que o Santos cometeu um erro em relação à substituição de Neymar na derrota para o Coritiba. Segundo a súmula, Sampaio confirmou verbalmente e gestualmente a saída do jogador, mesmo com ele recebendo atendimento médico. O Santos, por sua vez, divulgou um comunicado alegando equívoco da arbitragem.
O presidente do Remo, Antônio Carlos Teixeira (Tonhão), foi citado em súmula após o empate de 1 a 1 contra o Palmeiras. O mandatário azulino teria invadido o campo e proferido xingamentos contra a equipe de arbitragem. O incidente gerou insatisfação na diretoria do Remo, que considera a atuação da arbitragem "vergonhosa".
A súmula da partida entre Remo e Palmeiras, válida pelo Brasileirão, relata invasão de campo do presidente do Remo e ofensas à arbitragem. O jogo terminou empatado em 1 a 1, com expulsão de jogador do Remo e gol anulado do Palmeiras.
O atacante Renê, do Vitória, recebeu um cartão amarelo após uma provocação e um drible em jogadores do Coritiba. A advertência foi justificada na súmula como "desrespeito ao jogo". Renê tem sido um destaque no Vitória, com cinco gols em nove jogos.
A súmula do clássico entre Corinthians e Palmeiras, que terminou em empate sem gols pelo Brasileirão, registrou polêmicas como um empurrão em Luighi por um segurança do Corinthians e o xingamento de Matheuzinho à arbitragem após sua expulsão. O documento também menciona a expulsão de André por gesto obsceno e paralisações por conta de um drone e linha de pipa. O caso de agressões relatadas por ambos os clubes segue em análise no Ministério Público.
Por João Pedro Gomes e Juliana Bandeira em 2026-04-08
O presidente do Mixto-PB, Marconi da Silva, foi acusado de tentar "comprar a arbitragem" em jogo da Série A3 do Brasileiro Feminino. A árbitra Silvia Camila de Oliveira Antunes registrou o fato em súmula após a derrota de sua equipe para o União-RN. O dirigente negou as acusações, alegando que suas reclamações foram feitas em um vídeo divulgado nas redes sociais.
Um árbitro admitiu ter cometido um erro em súmula ao aplicar dois cartões amarelos ao mesmo jogador do Jacuipense e não expulsá-lo. O jogador permaneceu em campo indevidamente por oito minutos, até ser substituído. O próprio jogador relatou que o árbitro informou que o cartão não seria dele, mas a imagem do lance sugere o contrário.
O árbitro Rafael Odilio Ramos dos Santos relatou em súmula ofensas e ameaças do presidente do Cuiabá, Cristiano Dresch, após um empate na Série B. O dirigente teria abordado a equipe de arbitragem de forma exaltada, fazendo críticas agressivas e incentivando agressão contra o quarto árbitro. O presidente do Cuiabá se defendeu alegando um histórico de problemas com o árbitro.
O técnico da Ponte Preta, Rodrigo Santana, rebateu a súmula do árbitro Marcelo de Lima Henrique após a expulsão na partida contra o Atlético-GO. Santana nega ter feito ameaças à CBF e afirma que a súmula retrata uma versão não verdadeira dos fatos. Ele reconhece ter xingado após a expulsão, mas pede que o que foi escrito na súmula seja retratado como dito por ele.