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Análise dos Times

Futebol Feminino

Principal

Motivo: O artigo foca em apresentar as melhorias e desafios do calendário do futebol feminino, buscando defender seus interesses e evolução.

Viés da Menção (Score: 0.7)

Motivo: O futebol masculino é usado como contraponto negativo em termos de premiação, evidenciando a disparidade e a necessidade de melhorias para o feminino.

Viés da Menção (Score: -0.5)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Brasileirão Copa do Brasil CBF Samir Xaud Supercopa Ramon Díaz

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Calendário 2026 do futebol feminino tem evoluções Milly Lacombe Colunista do UOL 26/11/2025 12h42 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Samir Xaud, novo presidente da CBF Imagem: RAFAEL RIBEIRO/CBF O ano do futebol feminino brasileiro começa no dia 8 de fevereiro, com a Supercopa. Campeão brasileiro e campeão da Copa do Brasil de 2025 se enfrentam. Temos, portanto, um Derbi para inaugurar o ano. Ainda não sabemos onde vai ser o jogo, mas, se for mesmo em São Paulo, temos a miserável questão da torcida única. Qual será a torcida premiada e qual será a castigada? Não faz sentido que sigamos nesses termos e que o futebol feminino pague pelos crimes cometidos pelo dos homens. Seria o caso de negociar com a PM e com a Federação Paulista uma exceção a essa lei tão estúpida. O futebol feminino é capaz de suportar o estádio dividido, pode oferecer lições ao masculino e acabar com a preguiça pedagógica da PM. Reinaldo Azevedo Flávio Bolsonaro dramatiza para pôr Tarcísio no jogo Maria Ribeiro Violência contra mulher: não consegui jantar em paz Josias de Souza Bolsonarismo segue Lei de Murici: cada um cuida de si Maria Prata Livre ou salário? Mulher não devia ter que escolher O Brasileirão começa na sequência, com 18 clubes em disputa em formato híbrido: etapa classificatória e mata-mata. O Brasileiro será 100% televisionado, o que é uma boa novidade. Já a Copa do Brasil rola entre abril e novembro. O Campeão brasileiro 2026 vai receber 2 milhões de reais (o prêmio do masculino gira em torno de 50 milhões) e o campeão da SuperCopa do Brasil vai receber 1 milhão (no masculino são 10 milhões). Ou seja: falta um chão enorme para que o feminino chegue perto do masculino. Ainda assim, seria o caso de dizer que essa administração parece compreender o potencial do futebol feminino. Claro que quando o presidente Samir Xaud escolhe o silêncio diante da misoginia (ele foi incapaz de se pronunciar sobre a violenta declaração misógina de Ramon Díaz) a gente vê que a disposição da Confederação tem um limite, seja por ignorância ou má vontade. Samir Xaud, que pulou para defender Ancelotti da xenofobia, escolheu o silêncio para o machismo do treinador do Inter. Como diz o meme: é impossível ser feliz. Mas a gente, que por décadas nada teve, vai celebrando as migalhas e segue na luta. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Milly Lacombe por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Flamengo com Carrascal e Cebolinha: Mauro Cezar projeta time da final Foragido, Ramagem usou cota parlamentar 25 vezes em postos de aliados no RJ Filha de Joelma se casa com empresário da mãe em festa luxuosa; veja vídeos Acusado de roubar Gentili foi demitido de banco após 'piada' com cadeirante Governador que criticou Eduardo: 'Trocar tiro dentro da trincheira é ruim'