O técnico da Seleção Brasileira feminina, Arthur Elias, descreveu a Copa do Mundo de 2027 no Brasil como um "prêmio" para o continente sul-americano após anos de "discriminação" contra o futebol feminino. Elias expressou otimismo sobre o desenvolvimento do esporte no país e a possibilidade de a seleção brasileira conquistar o torneio em casa, destacando a evolução da equipe e a importância de competições como a Liga das Nações da Conmebol.
O Ministério Público do Ceará (MP-CE) planeja estender o protocolo antirracismo para combater a LGBTfobia nos estádios de futebol a partir de 2026. A proposta visa paralisar jogos em casos de homofobia e discriminação contra a comunidade LGBTQIAPN+, espelhando as medidas já eficazes contra o racismo no esporte.
Grupos LGBT+ denunciaram o técnico Abel Braga e o Internacional ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) após uma declaração homofóbica do treinador. Os movimentos buscam punições severas para combater discursos discriminatórios no futebol, argumentando que um simples pedido de desculpas não resolve o problema e que o esporte ainda é um ambiente propício a esse tipo de opinião.
O ex-jogador Júlio Baptista expressou seu desejo de se tornar técnico de futebol, mas revelou preocupações sobre a discriminação enfrentada por profissionais negros na área. Ele destaca a baixa presença de técnicos negros nas principais ligas europeias e espera reverter essa tendência.