O Coritiba promoveu ações de conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA) durante partida contra o Atlético-MG pelo Campeonato Brasileiro. Iniciativas incluíram a entrada de crianças autistas em campo e o uso de camisas com numeração colorida pelos jogadores. A ação, realizada em parceria com o Instituto Adimax, reforça o compromisso do clube com a inclusão e a acessibilidade no futebol.
O 14º Circuito Clube Corrida de Rua, agendado para 1º de maio, destaca a inspiradora parceria entre pai e filho na categoria PCD. Arthur de Holanda, atleta autista com paralisia, e seu pai José Acrísio se preparam para mais uma participação, demonstrando a evolução do atleta e o impacto positivo da corrida em sua vida. O evento em Teresina oferecerá diversas distâncias e categorias, com foco em saúde e segurança dos participantes.
Capitães do Grêmio e Remo optaram por não realizar o sorteio de campo e bola antes de sua partida pelo Campeonato Brasileiro. A decisão foi tomada para que o time gaúcho pudesse atacar para o lado escolhido durante todo o jogo, permitindo uma ação de inclusão com pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) no intervalo.
O Esporte Clube Vitória realizará uma ação de conscientização sobre o autismo antes de sua partida contra o Cruzeiro pelo Campeonato Brasileiro. Atletas, comissão técnica e o treinador Jair Ventura usarão colares e camisas com mensagens da campanha, que visa promover inclusão e respeito. A iniciativa antecede o Dia Mundial de Conscientização do Autismo, celebrado em 2 de abril.
A filha do goleiro Cássio, Maria Luiza, inspirou a criação da Lei Maria Luiza em Uberlândia (MG). A nova lei proíbe escolas particulares de cobrarem valores adicionais para matrícula ou permanência de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA). A iniciativa visa combater a discriminação e garantir igualdade de oportunidades na educação.
A filha do goleiro Cássio, do Cruzeiro, Maria Luiza, inspirou uma nova lei em Uberlândia que visa garantir a inclusão de estudantes autistas em escolas privadas. A medida obriga as instituições a aceitarem alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e a fornecerem um documento caso recusem a matrícula por motivos discriminatórios.