A criação da liga do Campeonato Brasileiro se tornou um palco de disputa de poder entre a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e o grupo Futebol Forte União (FFU). A FFU, turbinada por investidores, busca controle sobre os direitos de TV e publicidade, enquanto a CBF alega ilegalidade na interferência externa e defende seu papel organizador. Clubes da Série B, insatisfeitos com os acordos da FFU, buscam apoio da CBF, intensificando o embate.
A assembleia da Futebol Forte União (FFU) não contará mais com a entrada do Grêmio, que recuou devido a pressões da CBF. A Libra, onde o Grêmio estaria, enfrenta problemas com Flamengo, São Paulo, Santos e Palmeiras, este último buscando proteção da CBF.
A Liga Forte União anunciou sua mudança de nome para Futebol Forte União (FFU), marcando uma nova fase estratégica para a entidade. A iniciativa busca consolidar a união entre os clubes afiliados, ampliar a geração de valor coletivo e fortalecer a governança interna em um mercado cada vez mais competitivo.
A Liga Forte União (LFU) anunciou uma mudança em sua identidade visual e de nome, passando a se chamar Futebol Forte União (FFU). A iniciativa visa marcar uma nova fase de maturidade institucional e reforçar a construção coletiva do futebol, buscando consolidar a entidade entre os clubes.