Neymar votou no segundo turno das eleições presidenciais em Santos, um dia após ser expulso no empate do Santos por 1 a 1 com o Bahia, pelo Campeonato Brasileiro. O camisa 10 do Peixe, apoiador de Flávio Bolsonaro, foi cercado por fãs no colégio eleitoral e havia se encontrado com o deputado Nikolas Ferreira na sexta-feira. Na partida do dia anterior, o jogador ainda havia empurrado o técnico do Bahia, Rogério Ceni.
A colunista Alicia Klein critica a declaração de Renato Gaúcho, técnico do Grêmio, que defendeu veementemente seu auxiliar Alexandre Mendes, réu por violência contra a ex-companheira, e afirmou publicamente que votará em Flávio Bolsonaro. O texto contesta a convicção de inocência do auxiliar, cita dados do Ministério da Justiça sobre feminicídio e relaciona a postura do técnico ao histórico de declarações de Bolsonaro e Flávio sobre mulheres. A autora conclui que o voto de Renato Gaúcho é coerente com seu discurso.
A colunista Milly Lacombe analisa a postagem do PL no WhatsApp que associou Flávio Bolsonaro a Benito Mussolini, feita pelo próprio partido do senador. O texto interpreta o episódio como um alerta explícito do projeto político da extrema-direita para as eleições, comparando as propostas de Flávio com práticas fascistas e com governos como os de Trump e Milei. A autora conclui que o fascismo se tornou aceitável no debate público e convoca os eleitores a perceberem os sinais antes do pleito.
Coluna opinativa que relaciona dois momentos eleitorais distintos através da figura de Nossa Senhora Aparecida. A autora remete aos ataques de apoiadores de Bolsonaro em 2022 na Basília de Aparecida e conecta esse passado às recentes declarações de Flávio Bolsonaro durante a Marcha para Jesus em 2026. A tese central é que provocações religiosas seguem prejudicando electoralmente o campo bolsonarista.
O colunista Walter Casagrande Jr. critica veementemente a Câmara dos Deputados e o Senado por proporem um Projeto de Lei (PL) que visa diminuir penas para golpistas, como Jair Bolsonaro e seus apoiadores. Ele questiona a utilidade do STF e aponta que políticos como Carla Zambelli e Eduardo Bolsonaro deveriam ter seus mandatos cassados, acusando os legisladores de atuarem contra o interesse público.