Walter Casagrande critica, em tom satírico, o comportamento de apoiadores bolsonaristas após a derrota nas eleições presidenciais, que gravaram vídeos ofendendo o Nordeste, promoveram boicotes a empresários petistas e incentivaram demissões de eleitores de Lula. O colunista ironiza o discurso das pessoas que se 'desculpam' apenas após exposição negativa nas redes sociais. A coluna compara esses episódios a antigos programas educativos da TV Cultura, propondo ficticiamente um programa chamado 'Quem Me Conhece Sabe'.
O colunista Walter Casagrande critica duramente o senador Flávio Bolsonaro, que estaria fugindo da justiça brasileira após a Polícia Federal pedir e cancelar seus passaportes. O texto compara o político a um 'rato acuado' e lista outros bolsonaristas foragidos ou condenados, como Eduardo Bolsonaro, Alexandre Ramagem, Allan dos Santos e Paulo Figueiredo. O autor ainda pede que a PF investigue quem ajudou na fuga e afirma que Trump receberia o senador nos Estados Unidos.
A colunista Alicia Klein comenta a eleição de Lula para um quarto mandato, com 64 milhões de votos, comparando a vitória da esquerda à conquista de um 'Hexa'. O texto critica duramente Neymar por seu comportamento violento em campo e pelo apoio declarado a Flávio Bolsonaro, ambos derrotados. A autora conclui que uma 'ideia de Brasil', representada pelo craque e pelo bolsonarismo, foi rejeitada nas urnas.
Coluna opinionada que critica as declarações recentes do treinador Renato Gaúcho, tanto sobre política (apoio a Flávio Bolsonaro) quanto sobre o próprio elenco do Grêmio em coletiva. O texto aponta uma suposta decadência do treinador, marcada pela arrogância, em contraste com a elegância. O Grêmio ocupa a 18ª posição no Campeonato Brasileiro e luta contra o rebaixamento à Série B.
O colunista Juca Kfouri critica a vitória de um candidato ligado à milícia no primeiro turno das eleições, descrevendo-o como herdeiro da ditadura que governou o Brasil por 21 anos. Ele defende que resta aos opositores aceitar a decisão do eleitorado e resistir, ainda que exista um segundo turno para uma difícil reação. O texto conclui apelando ao bom senso em nome dos excluídos do Brasil.
O artigo de Milly Lacombe, publicado no UOL, discute os 'valores inegociáveis' de Túlio Maravilha, criticando a decisão de sua família de impedir a filha de cursar universidade federal, insinuando que seus valores cristãos se alinham melhor com instituições privadas. A colunista também relembra um episódio em que o ex-jogador exibiu seu pênis para uma repórter em ambiente de trabalho, contrastando esses fatos com a retórica sobre valores.