Walter Casagrande Jr. critica a superficialidade e a falta de autenticidade nas comemorações de gols e na torcida da seleção brasileira. Ele compara o comportamento da equipe e dos torcedores brasileiros com a espontaneidade e a energia genuína de Argentina e Noruega, utilizando a "Remada Viking" como exemplo de ritual cultural forte. O autor lamenta que a seleção brasileira e sua torcida sejam "TikTok", indicando falta de emoção e verdade.