O artigo analisa o formato atual da Copa Intercontinental da Fifa, destacando a criação de troféus secundários e como o novo modelo 'pune' os clubes sul-americanos. A matéria compara a premiação e o prestígio da Intercontinental com a Copa do Mundo de Clubes e discute a percepção do torneio no Brasil e na Europa.
O Flamengo está próximo de atingir a marca de R$ 2 bilhões em receitas nesta temporada, impulsionado pela conquista inédita do tetracampeonato da Libertadores. A vitória na final representa um prêmio significativo, além de aumentar as perspectivas com o possível título do Brasileirão e a participação no Mundial de Clubes da FIFA. Este sucesso financeiro consolida a liderança do clube no cenário nacional e continental.
O Flamengo conquistou a Libertadores de 2025, tornando-se tetra campeão e reforçando sua posição no cenário sul-americano. A vitória trouxe 24 milhões de dólares em premiação, e o destaque individual foi Danilo, que alcançou um feito raro ao vencer Libertadores e Champions League.
O Flamengo estabeleceu um sistema de premiação para seus jogadores que inclui gatilhos extras em caso de conquista de múltiplos títulos, como a Libertadores e o Campeonato Brasileiro. O acordo visa incentivar o desempenho da equipe, com a maior parte da premiação sendo distribuída desde 2019.
O Mirassol estipulou premiações expressivas para o elenco em caso de classificação para a Libertadores, com R$ 7,5 milhões destinados à fase de grupos. Somado ao bicho pela permanência na elite do Brasileirão, os valores podem chegar a R$ 17,5 milhões. A folha salarial do clube, de R$ 4,1 milhões mensais, é inferior a estes incentivos.