Por Diego Garcia e João Felippe França em 2026-10-24
O Corinthians foi condenado pela Justiça do Trabalho a pagar cerca de R$ 59 mil a um ex-analista demitido após ter o nome indevidamente incluído em relatório de auditoria sobre desvios de uniformes da Nike. A Justiça entendeu que a demissão foi retaliatória, uma vez que o funcionário não participou da auditoria e ainda tinha uma promoção encaminhada. Além disso, a Justiça de São Paulo negou o pedido do Ministério Público para a prisão preventiva do vice-presidente Armando Mendonça, réu no processo que apura o suposto desvio de materiais esportivos.
O Corinthians foi condenado judicialmente a pagar cerca de R$ 60 mil a Luiz Fernando Monteiro de Moraes, ex-funcionário do clube que teve seu nome citado indevidamente na auditoria interna sobre o caso Nike. A juíza entendeu que houve retaliação contra o analista, que alegou ter sido demitido injustamente por não compactuar com um 'trabalho político'. Marcelo Munhoes, ex-diretor que liderou a auditoria, rebateu as acusações e afirmou que a demissão foi motivada por 'ingerência e indisciplina'.
A Justiça de São Paulo negou o pedido de prisão preventiva do vice-presidente do Corinthians, Armando Mendonça, além de indeferir todas as medidas cautelares solicitadas pelo Ministério Público. O pedido estava relacionado à investigação sobre irregularidades na distribuição de materiais esportivos fornecidos pela Nike ao clube. A defesa do dirigente criticou a iniciativa do MP-SP, alegando que se baseava em suposições sem provas.
A Justiça negou o pedido do Ministério Público de prisão preventiva de Armando Mendonça, vice-presidente do Corinthians, no processo que apura irregularidades com materiais esportivos fornecidos pela Nike. A juíza Amanda Eiko Sato também negou o afastamento do dirigente do cargo e rejeitou pedido da defesa de suspeição do promotor. O caso envolve a demissão de Marcelo Munhoes, ex-diretor de TI do clube e testemunha importante da acusação, às vésperas de uma audiência.
A Justiça de São Paulo negou o pedido do Ministério Público para prisão preventiva de Armando Mendonça, vice-presidente do Corinthians, além de outras restrições como afastamento do cargo e proibição de contato com testemunhas. A juíza Amanda Eiko Sato considerou que não há provas de que o dirigente tenha participado da demissão do diretor de TI Marcelo Munhoes, feita às vésperas de uma audiência. O caso faz parte do processo que investiga supostas irregularidades envolvendo materiais esportivos fornecidos pela Nike ao clube.
O Ministério Público de São Paulo pediu à Justiça a prisão preventiva de Armando Mendonça, vice-presidente do Corinthians, no processo que apura irregularidades com materiais esportivos fornecidos pela Nike. O pedido foi feito após a demissão de Marcelo Munhoes, ex-diretor de TI do clube e testemunha chave, que o promotor considera possível tentativa de intimidação de testemunhas. A defesa do dirigente classificou o pedido como descabido e ilegal, alegando perseguição política.
O Ministério Público de São Paulo pediu a prisão preventiva de Armando Mendonça, vice-presidente do Corinthians, suspeito de retaliar uma testemunha do caso Nike por meio do desligamento do diretor Marcelo Munhoes. A defesa do dirigente contestou o pedido, alegando que a decisão de afastamento foi tomada exclusivamente pelo presidente Osmar Stabile e classificando a manifestação do promotor como abusiva. O caso será decidido pela 25ª Vara Criminal da Barra Funda.
O Corinthians demitiu Marcelo Munhoes, diretor de tecnologia do clube, por decisão do presidente Osmar Stabile. O motivo do desligamento está relacionado ao apoio de Munhoes à candidatura de Rozallah Santoro nas eleições do clube. O artigo também detalha o contexto eleitoral, com cinco chapas oficializadas e eleição prevista para 28 de novembro.
O Ministério Público de São Paulo pediu a prisão preventiva de Armando Mendonça, vice-presidente do Corinthians, alegando que a demissão do ex-diretor de tecnologia Marcelo Munhoes pode configurar tentativa de intimidação de testemunhas. Mendonça é acusado de apropriação indébita agravada e furto qualificado, em investigação sobre desaparecimento de materiais esportivos da Nike no clube. A defesa do dirigente classificou o pedido como abusivo e alegou suspeição do promotor Cássio Conserino.
O Ministério Público de São Paulo pediu a prisão preventiva de Armando Mendonça, vice-presidente do Corinthians, alegando que a demissão de Marcelo Munhoes, considerado testemunha importante em investigação sobre irregularidades com materiais esportivos da Nike, pode intimidar outras testemunhas. A defesa do dirigente nega envolvimento no desligamento e classifica o pedido como abusivo, questionando ainda a imparcialidade do promotor Cássio Conserino. O pedido será analisado pela 25ª Vara Criminal de São Paulo.