A defesa do atacante David, do Vasco, divulgou nota oficial negando integralmente o envolvimento do jogador com organização criminosa, após ele ser intimado pela polícia a entregar o passaporte. O advogado Silmar Junior destacou que os pedidos de prisão preventiva e bloqueio de bens foram negados pela Justiça e reafirmou a confiança na inocência do atleta. David é investigado na Operação A Tropa, da Polícia Civil do Espírito Santo.
Por Diego Garcia e João Felippe França em 2026-10-24
O Corinthians foi condenado pela Justiça do Trabalho a pagar cerca de R$ 59 mil a um ex-analista demitido após ter o nome indevidamente incluído em relatório de auditoria sobre desvios de uniformes da Nike. A Justiça entendeu que a demissão foi retaliatória, uma vez que o funcionário não participou da auditoria e ainda tinha uma promoção encaminhada. Além disso, a Justiça de São Paulo negou o pedido do Ministério Público para a prisão preventiva do vice-presidente Armando Mendonça, réu no processo que apura o suposto desvio de materiais esportivos.
A Justiça de São Paulo negou o pedido do Ministério Público para prisão preventiva de Armando Mendonça, vice-presidente do Corinthians, réu no processo que apura suposto desvio de materiais esportivos da Nike. A juíza também indeferiu medidas cautelares solicitadas pelo promotor, como acesso ao Parque São Jorge. O dirigente divulgou uma manifesto defendendo sua inocência e criticando o 'justiçamento' público.
A Justiça de São Paulo negou o pedido de prisão preventiva do vice-presidente do Corinthians, Armando Mendonça, além de indeferir todas as medidas cautelares solicitadas pelo Ministério Público. O pedido estava relacionado à investigação sobre irregularidades na distribuição de materiais esportivos fornecidos pela Nike ao clube. A defesa do dirigente criticou a iniciativa do MP-SP, alegando que se baseava em suposições sem provas.
A Justiça negou o pedido do Ministério Público de prisão preventiva de Armando Mendonça, vice-presidente do Corinthians, no processo que apura irregularidades com materiais esportivos fornecidos pela Nike. A juíza Amanda Eiko Sato também negou o afastamento do dirigente do cargo e rejeitou pedido da defesa de suspeição do promotor. O caso envolve a demissão de Marcelo Munhoes, ex-diretor de TI do clube e testemunha importante da acusação, às vésperas de uma audiência.
A Justiça de São Paulo negou o pedido de prisão preventiva de Armando Mendonça, vice-presidente do Corinthians, em investigação sobre irregularidades no contrato de fornecimento de material esportivo com a Nike. A juíza Amanda Eiko Sato também indeferiu medidas cautelares alternativas, alegando falta de elementos que comprovassem risco à investigação. No mesmo documento, foi negado o pedido da defesa para reconsiderar a suspeição do promotor responsável pelo caso.
A Justiça de São Paulo negou o pedido do Ministério Público para prisão preventiva de Armando Mendonça, vice-presidente do Corinthians, além de outras restrições como afastamento do cargo e proibição de contato com testemunhas. A juíza Amanda Eiko Sato considerou que não há provas de que o dirigente tenha participado da demissão do diretor de TI Marcelo Munhoes, feita às vésperas de uma audiência. O caso faz parte do processo que investiga supostas irregularidades envolvendo materiais esportivos fornecidos pela Nike ao clube.
O Ministério Público de São Paulo pediu à Justiça a prisão preventiva de Armando Mendonça, vice-presidente do Corinthians, no processo que apura irregularidades com materiais esportivos fornecidos pela Nike. O pedido foi feito após a demissão de Marcelo Munhoes, ex-diretor de TI do clube e testemunha chave, que o promotor considera possível tentativa de intimidação de testemunhas. A defesa do dirigente classificou o pedido como descabido e ilegal, alegando perseguição política.
O Ministério Público de São Paulo pediu a prisão preventiva de Armando Mendonça, vice-presidente do Corinthians, suspeito de retaliar uma testemunha do caso Nike por meio do desligamento do diretor Marcelo Munhoes. A defesa do dirigente contestou o pedido, alegando que a decisão de afastamento foi tomada exclusivamente pelo presidente Osmar Stabile e classificando a manifestação do promotor como abusiva. O caso será decidido pela 25ª Vara Criminal da Barra Funda.
O Ministério Público de São Paulo pediu a prisão preventiva de Armando Mendonça, vice-presidente do Corinthians, alegando que a demissão do ex-diretor de tecnologia Marcelo Munhoes pode configurar tentativa de intimidação de testemunhas. Mendonça é acusado de apropriação indébita agravada e furto qualificado, em investigação sobre desaparecimento de materiais esportivos da Nike no clube. A defesa do dirigente classificou o pedido como abusivo e alegou suspeição do promotor Cássio Conserino.
O Ministério Público de São Paulo pediu a prisão preventiva de Armando Mendonça, vice-presidente do Corinthians, alegando que a demissão de Marcelo Munhoes, considerado testemunha importante em investigação sobre irregularidades com materiais esportivos da Nike, pode intimidar outras testemunhas. A defesa do dirigente nega envolvimento no desligamento e classifica o pedido como abusivo, questionando ainda a imparcialidade do promotor Cássio Conserino. O pedido será analisado pela 25ª Vara Criminal de São Paulo.
A Justiça do Rio Grande do Sul determinou nesta sexta-feira a soltura de Alexandre Mendes, auxiliar técnico do Grêmio, que estava preso preventivamente desde a quinta-feira por suposto descumprimento de medida protetiva. A defesa argumentou que Mendes não descumpriu a medida, pois apenas esteve na Expointer, feira pública em Esteio, onde também estava sua ex-companheira, sem qualquer contato ou aproximação. O caso envolve uma ação por violência psicológica que ainda tramita sem sentença.
A defesa de Alexandre Mendes, auxiliar técnico do Grêmio, protocolou pedido de revogação da prisão preventiva e nega que ele tenha descumprido a medida protetiva concedida à ex-companheira. Mendes foi preso na chegada da delegação do Grêmio a Porto Alegre após empate com o Remo, em Belém. A defesa alega que ele esteve na Expointer em momento diferente da suposta vítima, sem qualquer contato, e solicitou imagens do local e quebra de sigilo telefônico.
A Justiça determinou a soltura de Alexandre Mendes, auxiliar técnico do Grêmio, após a revogação de sua prisão preventiva. Ele estava detido sob acusação de descumprimento de medida protetiva ligada a um processo de violência doméstica. A defesa nega a acusação e alega que a denúncia é falsa.