A Justiça de São Paulo negou o pedido de prisão preventiva de Armando Mendonça, vice-presidente do Corinthians, em investigação sobre irregularidades no contrato de fornecimento de material esportivo com a Nike. A juíza Amanda Eiko Sato também indeferiu medidas cautelares alternativas, alegando falta de elementos que comprovassem risco à investigação. No mesmo documento, foi negado o pedido da defesa para reconsiderar a suspeição do promotor responsável pelo caso.
A Justiça de São Paulo negou o pedido do Ministério Público para prisão preventiva de Armando Mendonça, vice-presidente do Corinthians, além de outras restrições como afastamento do cargo e proibição de contato com testemunhas. A juíza Amanda Eiko Sato considerou que não há provas de que o dirigente tenha participado da demissão do diretor de TI Marcelo Munhoes, feita às vésperas de uma audiência. O caso faz parte do processo que investiga supostas irregularidades envolvendo materiais esportivos fornecidos pela Nike ao clube.