O clube social do Botafogo moveu um processo contra a Eagle Football, empresa de John Textor, buscando garantias financeiras para o início de 2026. A ação exige ressarcimento de R$ 155 milhões, proibição da venda de ativos da SAF e nomeação de um interventor judicial. Apesar de não pedir a saída de Textor, o processo levanta questões sobre o comando e a gestão financeira do clube.
A Justiça determinou que a SAF do Botafogo precisa informar o clube social e o judiciário antes de vender jogadores. A decisão visa dar maior controle ao clube social sobre as finanças da SAF, que alega que isso pode atrapalhar o orçamento para 2026.