O Clube Atlético Juventus, tradicional clube da capital paulista, é alvo de investigação da Polícia Civil por suspeita de desvio de recursos provenientes da venda de sua SAF. A apuração, que tramita sob sigilo, foca na parcela do negócio destinada ao clube social e tem entre os investigados o presidente do Conselho Deliberativo e o presidente do clube social. Tanto o Juventus quanto o Juventus SAF divulgaram notas se defendendo e afirmando que eventuais responsabilidades devem ser apuradas nas vias próprias.
O Botafogo de Futebol e Regatas (clube social) anunciou que passou a deter mais de 99% das ações da SAF Botafogo, após a Eagle Bidco não exercer seu direito de preferência no aumento de capital aprovado em setembro. Com a Eagle diluída a apenas 0,82%, a venda da SAF ao empresário mexicano Gabriel de Alba, da GDA Luma, torna-se mais simples, podendo ocorrer por simples transferência de ações. O clube afirma que não haverá mudanças operacionais na estrutura executiva e que segue comprometido com o processo de recuperação judicial.
O Botafogo de Futebol e Regatas assumiu mais de 99% do capital social da SAF Botafogo após a Eagle Bidco não exercer seu direito preferencial de compra das novas ações emitidas em assembleia. Com o clube social como acionista majoritário, o processo de venda da SAF para a GDA Luma, de Gabriel de Alba, tornou-se mais simples, podendo ocorrer por simples transferência de ações. A SAF Botafogo esclarece que não haverá mudanças operacionais e mantém sua estrutura executiva atual.
Por Bárbara Mendonça e Letícia Marques em 2026-10-24
O prazo para a Eagle Bidco exercer o direito de preferência de compra das ações emitidas pela SAF Botafogo termina neste sábado. Caso a empresa de John Textor não adquira as novas ações, ocorrerá sua diluição, deixando o clube social com 99,18% do controle da SAF, o que facilitaria a venda para a GDA Luma, de Gabriel de Alba. O artigo também menciona o próximo jogo do Botafogo contra o Internacional, pelo Campeonato Brasileiro.
Colunistas do UOL News Esporte debatem a possibilidade de o Corinthians vender o Parque São Jorge para abater a dívida da Neo Química Arena. A maioria avalia que o plano é de difícil execução, com forte impacto político no clube, e questiona alternativas como naming rights com a Caixa e intervenção judicial. Especialistas defendem mudança completa na gestão financeira como caminho para reverter o quadro.
John Textor afirma que ainda é o dono da SAF do Botafogo e alerta potenciais investidores sobre a compra de "algo inválido". O empresário atacou o clube social alvinegro, alegando que eles buscam o poder de volta e que uma possível revenda de ações seria ilegal. Textor também defendeu a entrada de novos investidores como Evangelos Marinakis e Kia Joorabchian.
John Textor, afastado do comando do Botafogo, propôs uma nova estrutura de relacionamento entre a SAF e o clube social, batizada de "SAF/Social 2.0". A proposta, enviada por e-mail, inclui um investimento de US$ 25 milhões, a quitação de dívidas e maior participação do clube social na gestão da SAF. Textor acredita ter conquistado o direito de permanecer permanentemente no clube.
Por Bárbara Mendonça, Letícia Marques e Rafael Bizarelo em 2026-04-29
O Botafogo enfrenta um clima de ansiedade com a expectativa de um novo investimento, enquanto a Justiça do Rio de Janeiro suspende os direitos de voto da Eagle na SAF, mantendo Durcesio Mello como administrador do futebol. O clube social assume o comando, com a GDA Luma despontando como possível investidora.
John Textor propôs injetar US$ 25 milhões na SAF do Botafogo, atrelado à emissão de novas ações e menção a uma empresa nas Ilhas Cayman. O impasse entre a SAF e o clube social persiste, com o banco BTG Pactual, consultor financeiro do associativo, ainda sem emitir parecer. A proposta envolve a transferência de créditos financeiros e participação majoritária em ações, condicionada à aprovação de credores e do clube social.
John Textor, proprietário da SAF do Botafogo, enviou uma carta-proposta para um aporte de R$ 128 milhões no clube, proveniente de recursos próprios do empresário. O investimento, estruturado como capital próprio (equity), visa fortalecer a posição financeira do clube de forma sustentável, e não como empréstimo. Textor ressaltou a necessidade do apoio do clube social para viabilizar a operação e manter a força financeira da SAF, em meio a um cenário de rachaduras recentes e questionamentos sobre suas decisões.
A SAF do Botafogo informou que abrirá seu escritório para o clube social analisar documentos financeiros, após suspeitas de fraude no aporte de John Textor. O associativo alega falta de transparência e descumprimento de cláusulas, buscando acesso a documentos e transações. Este é mais um capítulo na disputa entre as partes, que já envolve questões judiciais e de arbitragem.
Por Bárbara Mendonça e Letícia Marques em 2026-03-20
Divergências entre John Textor e o clube social do Botafogo afetam as finanças e o desempenho em campo, com atrasos em pagamentos e risco de novos transfer bans. A relação conturbada se agrava com a necessidade de assinaturas para novas injeções de capital e a gestão das dívidas.
O São Paulo implementou um corte drástico de custos na organização de sua festa de Carnaval, reduzindo o prejuízo em 90% em comparação com o ano anterior. A nova gestão, liderada por Harrys Massis Júnior, busca aplicar essa política de redução de despesas em outras áreas do clube social, especialmente aquelas não ligadas ao futebol. A rescisão de contrato com a empresa FGoal Marketing e Eventos também faz parte dessa estratégia de otimização financeira.
O dono da SAF do Botafogo, John Textor, abordou o aporte financeiro pendente com o presidente do clube associativo, João Paulo Magalhães Lins. A última etapa para a liberação de cerca de R$ 147 milhões envolve a aprovação do clube social. Textor também mencionou um acerto com o CEO Thairo Arruda, apesar de desentendimentos anteriores.
A Justiça determinou que a SAF do Botafogo precisa informar o clube social e o judiciário antes de vender jogadores. A decisão visa dar maior controle ao clube social sobre as finanças da SAF, que alega que isso pode atrapalhar o orçamento para 2026.
O clube social do Botafogo moveu um processo contra a Eagle Football, empresa de John Textor, buscando garantias financeiras para o início de 2026. A ação exige ressarcimento de R$ 155 milhões, proibição da venda de ativos da SAF e nomeação de um interventor judicial. Apesar de não pedir a saída de Textor, o processo levanta questões sobre o comando e a gestão financeira do clube.