O Sindicato dos Atletas de Futebol do Rio de Janeiro (SAFERJ) se posicionou contra o uso de gramados sintéticos no futebol brasileiro, alegando que eles causam lesões crônicas e que os jogadores não se sentem confortáveis para se manifestar. O sindicato defende a grama natural e a padronização de sua qualidade, argumentando que grandes ligas e jogadores de elite não utilizam pisos artificiais.
O Flamengo protocolou um pedido formal à CBF para a proibição de gramados sintéticos em competições nacionais. O clube alega que a superfície artificial não oferece as condições ideais para a prática de futebol em alto nível, citando a ausência em ligas europeias e sul-americanas de ponta, além de potenciais riscos à saúde dos atletas.
O Flamengo apresentou uma proposta à CBF visando a padronização e melhoria dos gramados no futebol brasileiro, com ênfase no fim dos campos sintéticos. O clube argumenta que a superfície artificial prejudica a qualidade do esporte e a saúde dos jogadores, e que não é utilizada nas principais ligas internacionais.
O artigo de Juca Kfouri discute a proposta do Flamengo para o fair play financeiro no futebol brasileiro, elogiando a iniciativa do clube de saneamento financeiro e a exigência de isonomia entre os concorrentes. O colunista também aborda a questão dos gramados artificiais como uma possível provocação, mas pertinente ao debate sobre padronização e condições de jogo.