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Esporte Futebol Sindicato de jogadores se posiciona contra gramado sintético: 'Luta antiga' Do UOL, em São Paulo 16/12/2025 16h14 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Alfredo Sampaio, presidente do Saferj, o Sindicato dos Atletas de Futebol do Estado do Rio de Janeiro Imagem: Divulgação/Saferj O Sindicato dos Atletas de Futebol do Rio Janeiro (SAFERJ) se posicionou e argumentou contra a utilização de gramados sintéticos no futebol brasileiro. O que aconteceu O Saferj demonstrou apoio aos clubes que desejam extinguir a utilização deste tipo de gramado . O sindicato diz manter contato com atletas, que têm relatado lesões não só imediatas, como também a longo prazo. Para o Saferj a grama sintética acarreta não somente lesões imediatas, mas, também a longo prazo. O sindicato tem relatos de atletas com lesões acentuadas crônicas de coluna, tendões e em articulações, pelo impacto gerado pelo piso mais duro. Saferj, em nota enviada ao UOL Alexandre Borges 'Cancelamento' do SBT por Zezé expõe a direita 'woke' Alicia Klein The Best: a Fifa não cansa de passar vergonha Joildo Santos Os algoritmos sem rosto e a potência das favelas Carlos Nobre É hora de indigenizar a ciência a favor do clima A entidade diz que há "um número expressivo" de jogadores contra o uso do sintético e que eles não se sentem à vontade para se pronunciar . O sindicato destacou a importância de os atletas serem ouvidos. Como trabalhamos para ser a voz dos atletas e muitos não se sentem à vontade para se pronunciar, podemos afirmar que um número expressivo é contra jogar em gramados artificiais, não esquecendo que são eles que fazem o espetáculo acontecer. Entendemos que, antes do interesse econômico de qualquer dono de clube ou presidente, os jogadores precisam ser ouvidos. Alfredo Sampaio, presidente do Saferj O sindicato defende a utilização apenas da grama natural, mas se posiciona a favor da padronização . Sobre a qualidade dos gramados naturais, entendemos que a CBF deveria padronizar o tipo de grama e a altura do corte, criando punições para quem não cumprir, rigorosamente, as determinações. Os gramados precisam, também, estar em conformidade com o alto nível das competições nacionais brasileiras. Alfredo Sampaio, presidente do Saferj O posicionamento vem após o Flamengo pedir o fim do sintético em competições organizadas pela CBF . O clube quer a "padronização e o alto nível" dos jogos nacionais. O Brasileirão de 2026 terá cinco gramados sintéticos em utilização . São eles: Allianz Parque [Palmeiras], Nilton Santos [Botafogo], Arena MRV [Atlético-MG], Arena da Baixada [Athletico], Arena Condá [Chapecoense]. O Vasco pode mandar seus jogos também no Nilton Santos já que São Januário passará por reformas. Continua após a publicidade Relacionadas Copa: Fifa anuncia lote de ingressos mais baratos para países classificados CBF antecipa horário do jogo de volta da final da Copa do Brasil Cruzeiro age rápido e anuncia Tite, que volta ao futebol após 1 ano Veja nota completa do Saferj O SAFERJ (Sindicato dos Atletas de Futebol do Estado do Rio de Janeiro) se colocou à disposição do Flamengo e de outros clubes brasileiros na luta contra a utilização dos gramados artificiais no Brasil. O presidente da instituição, que também foi ex-jogador e, atualmente, é treinador de futebol, Alfredo Sampaio, ressaltou pontos importantes sobre a questão, que vem dividindo opiniões no futebol brasileiro. "Temos que destacar que esta é uma luta antiga do Sindicato e o Flamengo voltou a jogar luz sobre uma questão que merece atenção das entidades, principalmente da CBF. O SAFERJ sempre se manifestou pela interrupção dos gramados sintéticos no Brasil ", disse, destacando a importância de se escutar os jogadores. "Como trabalhamos para ser a voz dos atletas e muitos não se sentem à vontade para se pronunciar, podemos afirmar que um número expressivo é contra jogar em gramados artificiais, não esquecendo que são eles que fazem o espetáculo acontecer. Entendemos que, antes do interesse econômico de qualquer dono de clube ou presidente, os jogadores precisam ser ouvidos". Para o SAFERJ a grama sintética acarreta não somente lesões imediatas, mas, também a longo prazo. O sindicato tem relatos de atletas com lesões acentuadas crônicas de coluna, tendões e em articulações, pelo impacto gerado pelo piso mais duro. Alfredo Sampaio destaca também que é preciso uma padronização para os gramados naturais: "Sobre a qualidade dos gramados naturais, entendemos que a CBF deveria padronizar o tipo de grama e a altura do corte, criando punições para quem não cumprir, rigorosamente, as determinações. Os gramados precisam, também, estar em conformidade com o alto nível das competições nacionais brasileiras". Continua após a publicidade O presidente do sindicato observa que nenhuma grande liga utiliza grama sintética e ressalta que o contrato do maior jogador do mundo em atividade, Leonel Messi, assim como de outros jogadores de alto nível, assegura que o atleta não atue em gramados sintéticos. Alfredo ressalta a importância de uma reunião emergencial para um amplo debate: "Nós, do SAFERJ, nos colocamos à disposição do Flamengo e de todos os outros clubes, que compartilham da mesma opinião para que, junto com FERJ e CBF, possamos discutir, de forma urgente, sobre este tema. Esperamos que reuniões sejam marcadas para debatermos o assunto", finalizou. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. 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