O artigo de Juca Kfouri discute a intolerância do torcedor brasileiro diante da derrota no esporte, argumentando que o apreço pelo esporte se tornou mais ligado à vitória do que ao próprio jogo. O autor critica o imediatismo das redes sociais e o clubismo na mídia como disseminadores de ódio e violência, associando esses comportamentos à busca por monetização e satisfação imediata.
O documentário "Por Dentro da Machosfera" de Louis Theroux é criticado por não associar o crescimento da misoginia e dos discursos "red pill" à crise do capitalismo. A análise aponta que o filme falha em conectar a busca por pertencimento de jovens à deriva com o colapso de um sistema econômico que instrumentaliza o ódio. Essa ausência de ligação permite a proliferação de grupos que oferecem soluções catastróficas para problemas reais, como a falta de sentido na masculinidade.
O comentarista Arnaldo Ribeiro criticou as vaias e ofensas dirigidas ao técnico Roger Machado durante a partida do São Paulo contra o Juventude. Segundo ele, o técnico não fez nada para merecer esse ódio, e a insatisfação da torcida deveria ser direcionada à diretoria do clube.
Um artigo de opinião discute a existência de grupos online onde homens trocam informações sobre como dopar e estuprar mulheres, evidenciando uma cultura de ódio e misoginia. A autora Milly Lacombe utiliza dados sobre um site pornográfico e a disseminação desses crimes para contextualizar o problema, enfatizando que a "Academia do Estupro" não é um caso isolado.
O técnico Fernando Seabra, do Coritiba, criticou a alta rotatividade de treinadores no futebol brasileiro, classificando a situação como "covardia" e "parasitismo". Ele atribui a instabilidade à falta de projetos sólidos nos clubes e ao "ambiente de ódio" impulsionado pelas redes sociais, que geram engajamento através do sensacionalismo.
O artigo de Juca Kfouri aborda o extremo ódio que ultrapassa a rivalidade do Gre-Nal, com ameaças de morte direcionadas ao jornalista Fabrício Carpinejar após a publicação de uma coluna sobre a paixão colorada. O texto expõe a grave escalada da violência no futebol, que leva a ações judiciais.
O artigo discute o aumento do ódio e da intolerância no futebol brasileiro, especialmente durante as fases finais de campeonatos estaduais. O autor critica a impaciência dos torcedores, a influência da imprensa e das redes sociais nesse comportamento, e defende que a civilidade deve prevalecer sobre a busca incessante por vitórias.
O goleiro Hugo Souza, do Corinthians, projetou o clássico contra o Palmeiras, no Campeonato Paulista, e afirmou que a equipe precisa jogar com "ódio" e "raiva". Ele também comparou o momento financeiro dos clubes, reconhecendo a superioridade do rival em contratações, mas destacou a força da torcida e do elenco corintiano. A partida é vista como crucial para o Corinthians ultrapassar o Palmeiras na tabela.