O diretor técnico Abel Braga será julgado pelo STJD por uma declaração homofóbica feita em 2023, na sua apresentação como treinador do Internacional. Ele foi denunciado pelo artigo 243-G do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, que trata de atos discriminatórios. A declaração ocorreu quando Abel questionou o uso de camisas rosas pelo time em treinos.
A fala homofóbica do técnico Abel Braga, recém-contratado pelo Internacional para as últimas rodadas do Brasileirão, gerou polêmica e está sendo denunciada ao STJD. A declaração, que utilizou termos pejorativos relacionados à cor rosa e à comunidade LGBTQIA+, pressiona o clube gaúcho em um momento crucial de luta contra o rebaixamento, minando a estratégia de blindagem do elenco.
Abel Braga foi registrado no BID da CBF para comandar o Internacional, mas chamou atenção o fato de usar uma camisa rosa. A escolha da cor remete a uma declaração considerada homofóbica feita pelo treinador em sua apresentação, onde associou a cor a um "time de veado". Após a repercussão, Abel se retratou pedindo desculpas pela colocação.
O técnico Abel Braga gerou polêmica ao fazer uma declaração considerada homofóbica durante sua apresentação no Internacional. Posteriormente, ele apareceu com uma camisa rosa no registro do BID da CBF, o que foi interpretado como uma resposta à controvérsia. O clube gaúcho enfrenta o São Paulo em busca de evitar o rebaixamento.
O Grêmio anunciou uma promoção de camisas rosa, um dia após o técnico Abel Braga, do rival Internacional, fazer um comentário homofóbico sobre a cor. A iniciativa do Grêmio visa reforçar sua posição como 'Clube de Todos' e em apoio à comunidade LGBT+.
O técnico Abel Braga causou polêmica em sua chegada ao Internacional ao fazer uma declaração considerada homofóbica sobre a cor rosa. Ele pediu desculpas posteriormente, mas o rival Grêmio aproveitou para reforçar sua posição inclusiva. A matéria também aborda a confiança de Abel na recuperação do time no Campeonato Brasileiro.
A coluna discute a punição de Bruno Henrique pelo STJD após envolvimento com apostadores, contrastando com o caso de Vitor Roque e a postura da imprensa. O autor questiona a seletividade na abordagem dos casos e a aplicação da lei no futebol brasileiro.
O STJD adiou o julgamento do atacante Vitor Roque, do Palmeiras, para após a Data Fifa. O jogador seria julgado por uma publicação homofóbica, mas a audiência foi remarcada para o dia 19. Ele corre risco de receber de 5 a 10 jogos de gancho.
O caso envolvendo Vitor Roque e uma postagem interpretada como homofóbica no STJD é debatido por comentaristas. Enquanto alguns defendem uma punição educativa, outros criticam a inconsistência do órgão em julgar casos semelhantes, apontando para a falta de padronização em suas decisões.