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Abel faz comentário homofóbico na chegada ao Inter: "Não quero meu time treinando de camis O diretor técnico Abel Braga será julgado pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) pela declaração homofóbica dada no ano passado, quando foi apresentado como treinador pelo Internacional . O julgamento ocorrerá no dia 12 de fevereiro. + O ge está no WhatsApp! Siga o canal ge Inter Abel foi denunciado no artigo 243-G do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que cita em "praticar ato discriminatório, desdenhoso ou ultrajante, relacionado a preconceito em razão de etnia, raça, sexo, orientação sexual, cor, idade, condição de pessoa idosa ou com deficiência". A punição é de 5 a 10 jogos de suspensão. Abel Braga sobre polêmica da camisa rosa A denúncia ao treinador ocorreu depois do Grupo Arco-Íris de Cidadania LGBT, uma organização sem fins lucrativos, apresentar uma Notícia de Infração ao STJD. O documento ainda citava o técnico Ramón Díaz pelas declarações machistas e, depois, fez uma emenda com a intimidação do lateral Bernabéi a uma repórter no Beira-Rio. Ao ser apresentado como técnico no ano passado, Abel citou a camisa rosa usada pelo Inter em treinos e revelou que havia pedido para que os jogadores parassem de usá-la, porque "parece time de veado". A declaração teve repercussão negativa instantânea. Dias depois, em tom de justificativa, o treinador fez uma relação com a morte do filho, João Pedro, ocorrida em um acidente em casa, no Rio de Janeiro, em julho de 2017, e disse que quem passou por tamanha dor não poderia ser homofóbico. 1 de 1
Abel Braga na pré-temporada do Inter — Foto: Tomás Hammes/GE Abel Braga na pré-temporada do Inter — Foto: Tomás Hammes/GE 🎧 Ouça o podcast ge Inter 🎧 + Assista: tudo sobre o Inter no ge e na TV 50 vídeos