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Análise dos Times

Corinthians

Principal

Motivo: A análise foca nas disputas internas e na gestão do clube, tratando os fatos de forma objetiva, sem favorecer ou criticar diretamente o desempenho em campo.

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Palavras-Chave

Entidades Principais

Vasco Corinthians Brasileirao Copa do Brasil Memphis Depay Fabinho Soldado

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Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Memphis versus políticos escancara cargo mais cobiçado do Corinthians Paulo Vinicius Coelho (PVC) Colunista do UOL 23/12/2025 16h34 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Memphis Depay, do Corinthians, celebra gol sobre o Vasco na final da Copa do Brasil Imagem: MAGA JR/AGÊNCIA F8/ESTADÃO CONTEÚDO Armando Mendonça nega veementemente que seja o pivô da crise do Corinthians. Resposta a quem pensa que seja o vice-presidente o alvo das críticas de Fabinho Soldado e Memphis Depay. O holandês criticou políticos, usou faixa na cabeça com o slogan "Fuck Politics!" e pediu que vão embora os que prejudicam o clube. Alexandre Borges Havaianas: paranoia de um lado e elitismo de outro Josias de Souza Se Viviane não fosse sua mulher, Moraes pediria PF Carlos Nobre Brasil se aproxima do colapso ambiental Joyce Pascowitch A estranha solidão dos bilionários: vidas sem paz? Na roda do vestiário em que se comemorava o título, disse: 'Quem vazou meu contrato está nesta roda." Há pelo menos três meses, o De Primeira, do Uol, fala sobre a crise. Como o cargo de Fabinho Soldado é cobiçado e como conselheiros do clube, alguns em cargos diretivos, outros cercando, tentam se aproximar da direção de futebol. Não signifia que uma eventual saída de Fabinho Soldado leve um conselheiro ao cargo de diretor de futebol, sem a contratação de outro executivo. Há bons nomes no mercado. A questão não é se o diretor-executivo será Fabinho Soldado ou alguém competente disponível no mercado, na companhia de um conselheiro como dirigente estatutátio. Continua após a publicidade Importa o compromisso com o clube. O cargo de diretor de futebol sempre foi o mais cobiçado do futebol brasileiro. A razão é simples. Nenhum outro departamento vê passar tanto dinheiro à frente. Há gente honesta nos departamentos de futebol. E gente desonesta há em todos os lugares. Fabinho Soldado realizou o trabalho que lhe pediram para fazer. Montou time competitivo e campeão. O Corinthians não ganhava nenhum título havia seis anos. Não passava tanto tempo sem troféus desde o gol de Basílio, em 1977. Conquistou também a Copa do Brasil. Nenhuma taça nacional entrava na galeria corintiana desde o Brasileirão de 2017, há oito anos. Se seu trabalho é caro demais, basta chamá-lo para conversar, propor diminuição do salário ou do investimento e combinar as novas bases de trabalho. Se não aceitar, rescinde-se o contrato. Olhar nos olhos, falar a verdade, nunca dói. Continua após a publicidade O que dói é a crise exposta dois dias depois do maior título corintiano nos últimos oito anos. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Paulo Vinicius Coelho (PVC) por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora PF apreende R$ 800 mil com sócia de empresa fornecedora de hospitais em GO Internacional descarta Flamengo e encaminha venda de Vitão ao Cruzeiro Governo Lula divulga que terceirizados do Planalto terão escala 5x2 Lyon anuncia chegada do brasileiro Endrick: 'Natal no dia 23 de dezembro' O caso Havaianas expõe paranoia de um lado e elitismo de outro